UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs de 202 a 211

OS BARRIS DE SAQUÊ NO SANTUÁRIO XINTOÍSTA MEIJI

O Santuário Xintoísta Meiji é o principal templo de Tóquio. 80% dos japoneses praticam a religião xintoísta, mas ao mesmo tempo são budistas e cristãos. Os japoneses nascem como xintoístas. Casam-se como católicos e morrem como budistas, para aproveitar o que existe de melhor em cada religião.

Ao lado do pórtico de entrada do Santuário Meiji existem vários barris de saquê, que estão ali para serem abençoados pelos deuses. Do lado oposto aos barris de saquê existem barris de vinhos da Borgonha que foram colocados ali com o mesmo objetivo.

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Barris de saquê no Santuário Xintoísta Meiji

Barris de saquê no Santuário Xintoísta Meiji

RUA OMOTESANDO, A “CHAMPS-ÉLYSÉES” DE TÓQUIO

A Rua Omotesando é um dos destaques da vanguardista Tóquio. Bastante arborizada, cheia de lojas de grifes, é conhecida como a “Champs-Élysées” do Oriente. Cheia de lojas chiques, com vitrines antenadas, um excelente lugar para passear. As lojas de luxo estão todas lá: Chanel, Dior, Dolce & Gabbana, Louis Vuitton, Prada, etc. Á noite, os letreiros iluminados, os jovens metrossexuais, as garotas com microssaias e rosto angelical, fazem um espetáculo à parte.

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Vitrine na Rua Omotesando

Vitrine na Rua Omotesando

O LEILÃO DE ATUNS DE TÓQUIO

Entramos no local onde acontecem os leilões de atum de Tóquio às 3h50. No chão, ficam os vários lotes de atuns gigantes que serão leiloados. Os compradores passam por todos os lotes observando as suas características.

Manipulam os peixes que estão congelados, fazem anotações, retiram pedaços de carne e amassam nas mãos, aguardando a hora dos lances. Os sinos tocam e os leiloeiros sobem em bancos improvisados. Começam a estimular os lances oferecidos pelos compradores, até que haja um vencedor que arremata o lote.

Nos grandes leilões, os atuns podem ser vendidos por até R$ 3,58 milhões de reais. Esse foi o valor de um atum de 222 kg, recorde alcançado em janeiro de 2013. Do leilão, os peixes saem direto para a transformação, encaixotamento, depois são encaminhados para exportação.

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O leilão de atuns de Tóquio

O leilão de atuns de Tóquio

O BUDA “MOLHADO” DE KAMAKURA

O grande Buda de Kamakura fica no Templo Kotoku-in. Possui cerca de 13 metros de altura é o segundo maior buda do Japão, feito de bronze, representa o Buda Amida. Foi mandado construir pelos Xoguns do Clã Minamoto.

O Grande Buda aparece sentado serenamente na posição de lótus, com as mãos formando o Dhyani Mudra, que é o gesto da meditação.

O Buda de Kamakura, recebe o apelido de “Buda Molhado”, pelo fato de ter sobrevivido a vários tsunamis e tufões nos séculos 14 e 15. Originalmente ficava dentro de um Templo, que foi totalmente destruído junto com a cidade de Kamakura, por esses fenômenos naturais. Mas a estátua “sobreviveu”.

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Detalhe do Grande Buda de Kamakura.

Detalhe do Grande Buda de Kamakura.

O PAVILHÃO DOURADO DE QUIOTO

Uma das maiores atrações de Quioto é o Pavilhão Dourado (Kinkaku-ji). O lugar é lindo, encantador. O templo budista chama-se Rokuon-ji, é um pagode folheado a ouro puro, na beira de um lago espelhado, com um belo jardim japonês ao redor. Não é possível visitar o interior do “Pavilhão Dourado”, onde ficam relíquias de monges budistas, mas o bom e belo fica do lado de fora. No jardim, os caminhos, lagos e pontes são delicadamente bem cuidados. O Lago Espelhado (Kyôko-chi) já foi cenário de filmes famosos como, “Memórias de uma Gueixa”.

A foto do Pavilhão Dourado e o seu reflexo nas águas do lago é um dos símbolos de Quioto.

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O Pavilhão Dourado de Quioto.

O Pavilhão Dourado de Quioto.

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs de 180 a 201

O TEMPLO DE OURO EM KUNMING

Kunming é a capital da província de Yunam, nas encostas do Planalto Tibetano, na região centro sul da China central. A região possui uma enorme influência das minorias étnicas chinesas. A cidade possui muitos parques. É comum observarmos grupos praticando Tai Xi Xuan, Kung Fu e outras danças/exercícios ao ar livre, muito comum entre os chineses, sobretudo entre os mais idosos.

O Templo de Ouro fica no Parque Jin Dian, situado no topo da montanha nos arredores de Kunmig. O local possui vários templos Taoístas. A queima do incenso possibilita belas fotos.

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Queima de incenso no Templo de Ouro

Queima de incenso no Templo de Ouro

A FLORESTA DE PEDRAS DE KUNMING

Nos arredores de Kunming, na Provícia de Yunam, no centro sul da China, fica a Floresta de Pedra, a maior atração da região. Uma incrível formação rochosa que se tornou Patrimônio da Humanidade e é considerada uma das Maravilhas da Natureza. As rochas calcárias da Floresta de Pedra (Shi Lin) foram trabalhadas pelo elementos das intempéries e se tornaram uma formação única no mundo. Na região da Floresta de Pedras existe uma das minorias étnicas da China, os Sami, um subgrupo da minoria Yi, que se vestem com roupas bem coloridas e cuidam do parque.

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A Floresta de Pedras de Kunming

A Floresta de Pedras de Kunming

SHANGRI-LÁ, A ENTRADA PARA O TIBETE

Nas encostas do Tibete fica Shangri-lá. A capital da região tibetana de Diqing, localizada a 3.300m de altitude, nas encostas do platô tibetano.

O mosteiro tibetano Songzalin Si é uma das principais atrações de Shangri-lá. É o maior da província de Yunam e um dos maiores do Tibete. Foi construído pelo V Dalai Lama há 400 anos e destruído na época da Revolução Cultural por Mao Tsé Tung, que perseguiu as religiões e proibiu os cultos. Voltou a ser reaberto em 1981. Hoje abriga cerca de 300 monges, mas já possuiu até 700.

A sua construção lembra muito o mosteiro de Lhasa, a capital do Tibete. Do alto do mosteiro temos belas vistas da cidade.

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O mosteiro tibetano Songzalin Si

O mosteiro tibetano Songzalin Si

MINORIAS ÉTNICAS NA CHINA

Na China, existem 56 grupos étnicos diferentes, sendo que os Han correspondem a 91% da população. Os 55 grupos étnicos restantes são minorias, algumas delas, com uma população pequena, de apenas alguns milhares de cidadãos. A Província de Yunam, na região centro-sul do país, nas encostas do planalto do Tibete, concentra muitas dessas minorias étnicas, que formam um mosaico cultural espetacular. As fotos dessas páginas mostram belas mulheres chinesas de etnias diferentes.

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A beleza chinesa no Festival de Dali.

A beleza chinesa no Festival de Dali.

O PATO LAQUEADO

Pato Laqueado é o prato mais típico de Pequim e o preferido dos nobres chineses há mais de 700 anos. Normalmente, o Pato Laqueado é preparado num fogão à lenha que pode utilizar madeira de árvores frutíferas, como tâmara ou pêssego. Os patos ficam em contato direto com o fogo até ficarem prontos, quando adquirem uma coloração dourada.

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Vitrine com Pato Laqueado.

Vitrine com Pato Laqueado.

A FEIRA DE SHAXI E O POVO BAI

Shaxi é uma pequena cidade na região centro-sul da China. Foi um antigo ponto de trocas da Rota da Seda do sul, que conectava Tibete e China com o sudeste da Ásia e a Europa. Em Shaxi os povos das montanhas descem para a vila com o objetivo de vender e trocar os seus produtos. Vende-se de tudo: ervas medicinais, comidas, ferramentas, roupas, etc. É uma área habitada pela minoria Bai.

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Menina Bai na Feira de Shaxi.

Menina Bai na Feira de Shaxi.

PEQUIM, TRADIÇÃOE MODERNIDADE

A capital da China é gigante, uma das maiores cidades do mundo com mais de 14 milhões de habitantes. A grandiosidade das avenidas, largas, bem iluminadas e com centenas de construções modernas e vultosas, mostra a pujança da economia chinesa. Possui um dos trânsitos mais complicados do mundo. Grandes engarrafamentos e grandes distâncias dificultam a circulação por Pequim. O rápido crescimento econômico da China provoca, hoje, uma explosão de consumo, e a quantidade de automóveis que circula pela cidade já se tornou insuportável, além de aumentar os índices de poluição. O céu é cinza.

Em Pequim, o moderno e o tradicional convivem lado a lado. O Parque Olímpico de Pequim é um dos lugares onde esse contraste mais aparece. A esplanada que leva ao Parque Olímpico é uma festa, e milhares de pessoas se divertem por ali. Estas fotos foram de lá.

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Pipas no Parque Olímpico de Pequim.

Pipas no Parque Olímpico de Pequim.

O MERCADO DAS COMIDAS EXÓTICAS DE PEQUIM

A Rua do Mercado Noturno (Mercado de Comidas Exóticas) é um dos lugares mais curiosos de Pequim. O Mercado é fantástico, reúne uma multidão, todos os dias. As pessoas vão para o Mercado degustar a infinidade de guloseimas e comidas exóticas que são oferecidas. Os chineses aprenderam a comer qualquer tipo de proteína. Na Feira de Comidas Exóticas se prepare para degustar, ou para pelo menos fotografar as pessoas comendo: escorpião negro, escorpião vivo, pombos, filhotes de passarinhos, cigarra, lagarto, cobra, grilo, cavalo-marinho, estrela-do-mar, filhotes de peixes, frutas, etc.

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Escorpião sendo vendido na Rua das Comidas Exóticas de Pequim.

Escorpião sendo vendido na Rua das Comidas Exóticas de Pequim.

O EXÉRCITO DE TERRACOTA DE XIAN

O Exército de Terracota é formado por cerca de 8 mil soldados, arqueiros e cavalos feitos de argila amarela, em tamanho natural, para guardar o túmulo do Imperador Qin Shi Huangdi, que unificou a China há mais de 2.200 anos. O exército deveria proteger o Imperador após a sua morte. Na trincheira 1 fica a infantaria, é a mais impressionante de todas. Nela, ficam cerca de 6 mil guerreiros em formação de batalha. Na tricheira 2, que ainda está em escavação, aparecem a cavalaria e os soldados. Na 3, que ainda não foi escavada, fica o centro de comando do exército com 70 oficiais de alta patente. As trincheiras, cobertas por ripas de madeira, são depois soterradas. Todos os 8 mil guerreiros são figuras únicas, com feições diferentes umas das outras. Os detalhes estão nas roupas, armaduras, calçados, cintos e penteados trabalhados.

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Guerreiros de Terracota de Xian.

Guerreiros de Terracota de Xian.

MARINA BAY SANDS, O SÍMBOLO MAIOR DE SINGAPURA

Dentre os prédios imponentes e de arquitetura moderna de Singapura, o mais impressionante é o Marina Bay Sands. São três torres de 57 andares cada uma, onde funcionam hotéis, escritórios e Shopping Center, além do principal cassino da cidade. No alto das torres, uma plataforma curva, em forma de barco complementa o detalhe arquitetônico. Nessa plataforma, funcionam serviços: restaurantes, bares, discotecas, e uma piscina maravilhosa, com borda infinita e um espetacular mirante para a cidade.

A Marina Bay é uma baía abrigada próxima ao porto de Singapura, onde existem dezenas de construções modernas, com arquitetura imponente, teatros, casas de ópera e museus. O prédio do Museu de Singapura, em forma de flor de lótus, tem uma arquitetura espetacular.

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O Marina Bay Sands em Singapura.

O Marina Bay Sands em Singapura.

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs de 164 a 179

OS SADHUS, OS HOMENS SANTOS DO HINDUÍSMO

O Nepal é um dos países mais religiosos do mundo. Hinduístas, budistas, jainistas, siquistas, muçulmanos e cristãos convivem, nem sempre de forma pacífica. Nesse país onde existem milhões de Deuses, a sensação que temos é que por aqui todas as coisas e sentimentos são Deuses. Nos Templos de Pashupatinath, passamos pela residência dos Sadhus, “Homens Santos”. São homens místicos, de forte religiosidade, andarilhos, praticantes de ioga e que abandonaram todos os bens materiais. Vivem de doações.

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Os Sadhus do Nepal

Os Sadhus do Nepal

TAJ MAHAL, UM MONUMENTO AO AMOR

O Taj Mahal, na cidade de Agra, na Índia, é um dos monumentos mais famosos do mundo. Foi recentemente escolhido como uma das 7 maravilhas do mundo moderno. Foi construído pelo imperador Shah Jahan, em memória da sua esposa favorita – Mumtaz Mahal. Shah Jahan prometeu a sua esposa erguer um monumento tão grandioso e rico para que o mundo inteiro jamais esquecesse o amor que tinham entre si. O TaJ Mahal é um monumento ao amor.

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O Taj Mahal na Índia.

O Taj Mahal na Índia.

A DIVERSIDADE CULTURAL DA ÍNDIA

A Índia impressiona em todos os aspectos. A paisagem é monumental. Fica na Península do Industão. Limitada ao norte pelo Himalaia, que protege o seu território e possibilitou para a Índia a preservação de uma cultura única e plural. É banhada em todo o seu litoral pelo Oceano Índico. É um dos países com maior diversidade cultural que existe no mundo. É comum encontrar manifestações religiosas em todos os cantos e momentos. Numa viagem pelo interior da Índia, flagramos procissões religiosas gigantescas, bastante coloridas. Esse vendedor de peixes secos fez um resumo da estrada.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2010/10/03/castelos-de-orchha/

Corantes indianos em feira livre.

Corantes indianos em feira livre.

A GRANDE MESQUITA DE ABU DHABI

A Grande Mesquita de Abu Dhabi é uma construção recente. Foi inaugurada em 2007. É a terceira maior mesquita do mundo, tem capacidade para abrigar 40.000 pessoas. Toda em mármore branco com incrustações de mármore colorido. Pilares banhados a ouro. Um presente do Sheik Zayed para o seu povo, a mesquita tem o seu nome. A Mesquita de Abu Dhabi impressiona pela grandiosidade e pela riqueza da decoração, possui o maior tapete e o maior candelabro do mundo. Foi construída em estilo Mongul, possui 82 Domos de 7 diferentes tamanhos e 4 minaretes principais.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2010/10/27/abu-dhabi-e-a-grande-mesquita-de-marmore/

A Grande Mesquita de Abu Dhabi

A Grande Mesquita de Abu Dhabi

A GRANDE FEIRA DE DALI

O Festival de Dali, na China, acontece no mês de abril. É uma Feira da Primavera, quando centenas de Bai, uma minoria chinesa, descem das montanhas para os cinco dias de festa. Uma multidão circula pelas ruas de Dali onde se vende de tudo. Vem gente de todos os cantos, para comprar e vender: Mianmar, Vietnam, Tailândia, etc. Comidas exóticas impressionam, sobretudo a nós ocidentais.

Um setor que chama a atenção no Festival de Dali é o de medicina natural chinesa, onde são vendidas ervas medicinais e outros produtos exóticos: Cobras, chifre de cervo, animais diversos, patas de tigre, pássaros e ervas das mais diversas possíveis.

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Pata de tigre na Feira de Dali.

Pata de tigre na Feira de Dali.

O GRANDE FESTIVAL DE DALI

A cidade de Dali, na China, fica espremida entre a montanha Cang Shan e o Lago Er Hai. A cidade atrai muitos visitantes, é cheia de alamedas estreitas e casas de pedra. No centro da Cidade Antiga, fica a Rua dos Estrangeiros (Huguo Lu), tomada de bares e restaurantes que servem comida ocidental: pizzarias, cafeterias, etc.

Na rua principal da cidade murada, acontecem a todo instante, apresentações folclóricas e manifestações culturais dos Bai. Dragões, danças comunitárias e grupos musicais se dividem o tempo todo.

Várias bandas musicais, com instrumentos típicos da região se apresentam no Festival.

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Coreografia do dragão chinês no Festival de Dali

Coreografia do dragão chinês no Festival de Dali

O TEATRO CHINÊS EM JINGHONG

Jinghong é a capital da região de Xishuangbanna, no extremo sul da China, possui clima tropical e lembra mais os vizinhos Laos, Tailândia e Myanmar, do que os outros cantos da China. Grande parte da área é de florestas tropicais, a última que restou da China. A cidade surpreende pelas avenidas largas e muito bem cuidadas, cheias de jardins floridos e palmeiras tropicais. Em Jinghong vivem os Dai, a minoria que é maioria em Jinghong. No teatro da cidade, é possível assistir a um espetáculo de dança e números circenses, com base na cultura das minorias chinesas. O show é de excelente qualidade, com um figurino espetacular e performances hollywoodianas. Imperdível.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2011/06/11/jinghong-o-centro-da-china-tropical/

Teatro chinês em Jinghong.

Teatro chinês em Jinghong.

O FEITICEIRO DONGBA E POVO NAXI

Lijiang, na China, é a morada do povo Naxi. Uma minoria étnica de descendentes de nômades tibetanos. Uma das atrações da cidade é o museu Instituto de Pesquisa de Dongba. Uma instituição acadêmica voltada para a preservação da cultura Naxi. Aí ficam alguns Feiticeiros Dongba, Xamãs que sobreviveram à perseguição da Revolução Cultural.

Também nas proximidades de Lijiang fica a Vila de Baisha. Até a invasão de Kublai Khan na China, Baisha foi a capital da etnia Naxi. A vila até hoje se dedica ao artesanato com bordados de linha de seda.

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O feiticeiro Dongba

O feiticeiro Dongba

LUGU LAKE A TERRA DA ETNIA MOSO

Lugu Lake é uma pequena vila da China Central, escondida entre cordilheiras de montanhas. Na chegada, do alto da montanha, aparece o lago, lindíssimo. A região de Lugu Lake é dominada pela etnia Moso, uma das poucas etnias matriarcais existentes no mundo. As mulheres Moso não possuem maridos e dominam as atividades produtivas, cuidam dos filhos, que chamam os pais de tios. As Moso podem ter vários parceiros e a atividade sexual é livre. Nas casas a principal autoridade é da avó. Os meninos dormem com as avós e as meninas em quartos próprios.

De canoa, conduzida por mulheres Moso, chega-se a uma ilha no meio do lago, onde existe um templo budista. O passeio é encantador.

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Matriarca Moso em Lugu Lake

Matriarca Moso em Lugu Lake

LIJIANG, A CIDADE DAS LANTERNAS VERMELHAS

Lijiang é uma cidade encantadora. Fica num vale fértil com um conjunto de montanhas em volta. A Cidade Antiga (Old Town) de Lijiang é uma das mais famosas da China. É um labirinto de ruas de pedra, com casas de madeira, bares, restaurantes e lojas de artesanato. A primeira impressão é uma mistura de Veneza Chinesa com Epicot Center. Em 1996, foi destruída por um terremoto, mas foi reconstruída e se tornou Patrimônio da Humanidade da UNESCO.

No interior não existem carros. A cidade é viva, com milhares de turistas que circulam freneticamente pelas ruelas. Muitos bares, música alta e muitos jovens pelas ruas. A China comunista, como aprendemos na escola, não existe mais, nem nos confins da província de Yunam.

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Telhados em Lijiang.

Telhados em Lijiang.

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO– Pgs de 138 a 163

O BUDA DE OURO DE BANGKOK

O Wat Sukhothai Traimit é um bairro de forte influência chinesa em Bangkok. É lá onde fica o magnífico Buda de Ouro. A sua história é maravilhosa. No século XIII os birmaneses invadiram o Reino de Sião. Os monges que cuidavam do Buda de Ouro cobriram a sua estrutura de barro para proteger o tesouro. Assim ele ficou, por aproximadamente 600 anos.

Na década de 50, quando houve uma reforma no templo, ao ser deslocado, o Buda caiu, quebrou a cabeça de barro e o brilho do ouro apareceu. Descobriu-se que por dentro do Buda de barro havia outro Buda, com cerca de 5 toneladas de ouro maciço. O maior Buda em ouro maciço do mundo.

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O Buda de Ouro de Bangkok

O Buda de Ouro de Bangkok

O INCRÍVEL MERCADO FLUTUANTE DA TAILÂNDIA

Um dos locais mais visitados da Tailândia é o Mercado Flutuante de Damnoen Saduak, que fica a aproximadamente 100 km a sul de Bangkok. Para chegar ao mercado, passamos por um labirinto de canais, cercados por palafitas, numa cena única e típica.

Existem dezenas de pequenos barcos de madeira, a maioria movidos a remo por mulheres que vão até Damnoen Saduak para vender de tudo: frutas, comida, peixes, plantas, roupas, etc.

O Mercado Flutuante é vibrante e colorido, um paraíso para a fotografia.

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O Mercado Flutuante de Damnoen Saduak

O Mercado Flutuante de Damnoen Saduak

OS MONGES BUDISTAS EM LUANG PRABANG

Nas ruas de Luang Prabang é comum encontrar dezenas de monges e noviços budistas. Os noviços são normalmente recrutados em famílias pobres e vão para os mosteiros onde têm a possibilidade de estudar e são amparados socialmente. Quando atingem 20 anos, precisam optar por continuar ou não a dedicação ao budismo. Caso continuem, tornam-se monges e passam a ter muitas outras obrigações. Caso decidam desistir da vida de dedicação religiosa, não significa que viraram as costas para o budismo. Continuam praticando a sua religião, mas como cidadãos comuns. Podem casar, ter filhos e seguir a vida normalmente.

Em Luang Prabang, cada monge possibilita uma bela foto.

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Monges budistas em Luang Prabang

Monges budistas em Luang Prabang

LUANG PRABANG

Luang Prabang é a mais importante cidade do Laos do ponto de vista turístico. Fica nas margens do Rio Mekong, na parte norte do país.

Os franceses ocuparam a cidade desde o século XIX e ela se tornou um centro avançado de interesses da França no comércio da borracha na Indochina.

A arquitetura é um marco dessa época. Prédios franceses misturados a templos budistas, e tudo isso ornamentado pelas centenas de monges que circulam pelas ruas.

As principais ruas são destinadas a feiras de artesanatos e lembranças para turistas.

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Sombrinhas em Luang Prabang.

Sombrinhas em Luang Prabang.

OS TEMPLOS ERÓTICOS DE KAJURAHO

Um dos lugares imperdíveis da Índia é o magnífico conjunto de templos de Khajuraho, um patrimônio da humanidade construído entre os séculos IX e X. São 25 templos. Ficaram escondidos durante muito tempo por uma densa floresta. Somente foram descobertos em 1838. O templo mais notável é o Kandariya Mahadev. Possui mais de 800 obras com detalhes de Deusas, Deuses, animais, guerreiros, mulheres sensuais, músicos e as cenas eróticas que deram fama aos templos. Khajuraho é um local encantador e muito bem preservado.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2010/10/07/khajuraho-os-templos-que-inspiraram-kama-sutra/

Detalhe de um dos templos eróticos de Kajuraho.

Detalhe de um dos templos eróticos de Kajuraho.

O PALÁCIO DOS VENTOS EM JAIPUR

O Palácio dos Ventos é uma belíssima construção no centro da cidade murada de Jaipur. Fica no centro da “Cidade cor de Rosa”. Possui 953 janelas, formando um mosaico especial. As janelas foram construídas para que as mulheres do harém do marajá pudessem ver a rua sem serem vistas. Ao mesmo tempo, servem para arejar o interior do palácio.

Em frente ao Palácio dos Ventos encontramos um encantador de serpentes. Os encantadores de serpentes tocam flauta para as cobras najas que seguem o instrumento pela vibração do som e pelos movimentos do artista de rua.

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O Palácio dos Ventos em Jaipur.

O Palácio dos Ventos em Jaipur.

JAIPUR, A CAPITAL DO RAJASTÃO

Jaipur é a capital do Rajastão na Índia. A cidade e toda a região do Rajastão possuem inúmeros palácios e castelos que ficaram como herança da ocupação muçulmana.

A foto em destaque nesta página mostra o Jal Mahal (Palácio de Água), situado no meio do lago Man Sagar, que parece flutuar.

O Jal Mahal - Palácio de Água de Jaipur

O Jal Mahal – Palácio de Água de Jaipur

VARANASI, A CIDADE DOS DEUSES

Varanasi está situada na margem oeste do Rio Ganges e é a cidade hindu mais sagrada da Índia, com tradições religiosas que remontam há mais de três mil anos. É a cidade de Shiva, mas a impressão que temos é que é de Todos os  Deuses. Não conheço outro lugar no mundo de tão intensa religiosidade. As Ghat são as escadarias do Ganges, ladeadas por templos e santuários, onde acontecem as manifestações religiosas e as cerimônias de cremação. Varanasi não é uma cidade de templos e sim de espíritos.

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As Gates de Varanasi, na Índia.

As Gates de Varanasi, na Índia.

GANGES, O RIO SAGRADO DOS HINDUS

A presença de Shiva e da Deusa Ganges faz de Varanasi uma cidade de grande religiosidade. Ela não é famosa pelos templos e sim pela grande manifestação espiritual que possui. Impossível não se deixar levar pela energia que emana daquele lugar. As pessoas, turistas ou não, ficam absolutamente envolvidas pelos sons, cânticos e luzes das cerimônias. Às 5h da manhã, pegamos um barco e fomos para o Ganges assistir às pessoas que se banhavam no rio. Elas pagam promessa e banham o corpo na água do rio sagrado, para obter graças nas suas vidas.

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Banho sagrado no Rio Ganges.

Banho sagrado no Rio Ganges.

CREMAÇÕES EM KATMANDU

Katmandu é a capital do Nepal. Fica num vale fértil, entre as montanhas do Himalaia. Pashupatinath é um templo hinduísta dedicado ao Deus Shiva nos arredores de Katmandu. Um centro de peregrinação indiana no Nepal. Aliás, a maior parte da população do Nepal é praticante do hinduísmo e não do budismo. Ao redor do templo, existe um rio onde são feitas as cremações dos mortos hinduístas. Assistimos às cremações. O cheiro forte de carne queimada fica impregnado no ar.

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Cremações em Katmandu

Cremações em Katmandu

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – ÁSIA

A Ásia é um mosaico de culturas milenares. Um paraíso de etnias, rostos e cores. A Índia concentra todas essas características. Um país protegido geograficamente pelas montanhas e pelo mar, com vales férteis e uma cultura plural, mas única.

Vendedor de peixe seco, na Índia

Vendedor de peixe seco, na Índia

O que mais me impressionou na Índia foi a religiosidade do seu povo. A força da fé e o credo em absolutamente tudo. Essa fé tem a sua maior expressão nas Gates de Varanasi, onde o Ganges é um Deus e os fiéis purificam a alma.

As Gates de Varanasi, na Índia.

As Gates de Varanasi, na Índia.

Os Palácios de Jaipur são testemunhos da riqueza dos marajás. Possuem uma arquitetura imponente. O Taj Mahal é um monumento ao amor. Uma das maravilhas do Mundo Moderno e símbolo da cidade de Agra, no Rajastão.

O Taj Mahal na Índia.

O Taj Mahal na Índia.

Um dos lugares que mais me impressionou na Índia foi o conjunto de Templos de Kajuraho, delicadamente esculpidos por milhares de cenas eróticas que caracterizavam a vida medieval no país.

Templo em Kajuraho.

Templo em Kajuraho.

Outro momento enigmático é o encontro com os Sadhus do Nepal, os Homens Santos do hinduísmo.

Os Sadhus do Nepal

Os Sadhus do Nepal

Em Bangkok, na Tailândia, tive a oportunidade de fotografar os templos dourados, o Buda de Ouro e o Mercado Flutuante Damnoen Saduak.

O Mercado Flutuante Damnoen Saduak

O Mercado Flutuante Damnoen Saduak

Em Luang Prabang, no Laos, centenas de monges, enchem as ruas de um colorido vivo, que se completa com os mercados locais.

Monges budistas em Luang Prabang.

Monges budistas em Luang Prabang.

Quando fui à China, pela primeira vez, escolhi a Província de Yunam. Lugar aonde poucos vão. O que me atraiu foi a possibilidade de conviver com os Bai, os Dai, os Naxi, os Moso e tantas outras minorias étnicas do país. Cidades surpreendentes, como Lijiang e as fabulosas feiras de Dali e de Shaxi.

Telhados em Lijiang.

Telhados em Lijiang.

Na segunda viagem à China fui para onde todos vão. Consegui boas fotos dos Guerreiros de Terracota de Xian e na Rua das Comidas Exóticas de Pequim.

Guerreiros de Terracota de Xian.

Guerreiros de Terracota de Xian.

No Japão, os grandes budas e o Templo Dourado de Quioto completam o mosaico asiático.

Templo de ouro de Quioto.

Templo de ouro de Quioto.

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs de 126 a 137

CAMUFLAGEM

Participar de safaris fotográficos exige muita paciência e atenção. Um safari não é como uma ida a um zoológico. Os animais se escondem. É mais comum fazer os safaris pela manhã bem cedo ou no final da tarde, quando o sol não está tão quente. Os guias, com a sua experiência, ajudam a encontrar os animais que às vezes estão bem na nossa frente. Nesta página, mostramos algumas fotos de animais bastante camuflados. O filhote de leão atrás do arbusto foi difícil de ver e fotografar.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/04/16/o-leopardo-e-o-esquilo/

O filhote de leão camuflado.

O filhote de leão camuflado.

PRESAS E PREDADORES

Na África, acontece a eterna luta entre presas e predadores. Os animais que avistamos quase sempre são fortes e sadios, pois os mais fracos são abatidos precocemente. Nesta página destaco a força dos gnus, exímios corredores, a agilidade das impalas, com saltos espetaculares sobre os rios e a ferocidade das hienas, um dos grandes predadores das savanas africanas.

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Gnu

Gnu

O DESERTO DA NAMÍBIA

A Namíbia é banhada pela Corrente Fria de Benguela, que sai da Antártida e passa pela costa ocidental do continente africano, diminuindo a umidade dessa região. Na Namíbia, ela ajuda a formar um grande deserto litorâneo. O que mais nos impressionou no país, foram as cores fortes que a natureza imprimiu ao local. Um paraíso para a fotografia. Para todos os lados, as cores são vibrantes. O céu azul, a vegetação amarela, as dunas vermelhas, tudo com tons muitos fortes.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/05/19/little-kulala-nosso-primeiro-acampamento-na-namibia-mar2012/

O Deserto da Namíbia

O Deserto da Namíbia

AS DUNAS DE AREIAS VERMELHAS DE SOSSUSVLEI

Um dos lugares mais fotogênicos do Mundo são as dunas de areias vermelhas de Sossusvlei na Namíbia – o destino mais esperado na primeira visita a esse país africano. As dunas maiores podem chegar a 350m de altura, algo como um Pão de Açúcar. Um dos prazeres dos visitantes da região é subir as dunas e depois descer correndo. Na região de Sossusvlei, as dunas estão dos dois lados de um vale bem aberto, que se manteve ao longo do tempo geológico pela existência ocasional do Rio Sossus, um rio temporário. A região serviu de cenário para o filme Mad Max.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/05/19/little-kulala-nosso-primeiro-acampamento-na-namibia-mar2012/

As dunas vermelhas de Sossusvlei

As dunas vermelhas de Sossusvlei

CARA A CARA COM O GRANDE LEÃO

O Leão é o verdadeiro Rei da Savana, encontrá-lo é sempre um momento de fortes emoções. Ouvimos um forte rugido de leão. Nosso guia desligou o motor da Land Rover para prestarmos mais atenção e identificarmos de onde estava vindo aquele som. Saímos na “caçada” ao leão. O rugido ia ficando cada vez mais forte, aumentava a angústia e a emoção, e de repente ele apareceu. Lindo, majestoso. Era um adulto de aproximadamente sete anos, com uma bela juba. Vinha em nossa direção e não parava de rugir. Ficamos ali parados na beira da estrada e o leão passou exatamente ao nosso lado. Numa Land Rover aberta e preparada para safáris, impossível não sentir uma sensação de medo.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/04/18/o-grande-leao/

As Land Rover usadas nos safaris em Botswana.

As Land Rover usadas nos safaris em Botswana.

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs de 106 a 125

AS JANELAS AZUIS DE SIDI BOU SAID

Na Tunísia, Sidi Bou Said é um pitoresco bairro de Tunis, localizado no alto de uma colina, cuja característica principal é o conjunto de casas cúbicas brancas com portas e janelas azuis. Lá do alto existe uma vista maravilhosa da baía de Tunis. O bairro é cheio de bares, restaurantes, lojas de artesanatos e galerias de arte.

Leia Mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2010/11/24/sidi-bou-said-a-cidade-das-janelas-azuis/

As Janelas azuis de Sidi Bou Saidi

As Janelas azuis de Sidi Bou Said

O VALE DA MORTE NA NAMÍBIA

Uma caminhada pelo deserto e pelas dunas da Namíbia é um programa radical. O sol é intenso e a caminhada difícil. Conseguimos chegar ao Vale da Morte. Um dos menores índices de umidade e de pluviosidade do Mundo. Uma depressão no meio das dunas, onde aparecem muitas árvores mortas e petrificadas, algumas com mais de 600 anos.

A visão do Vale da Morte é dramática e extraterrena, possibilitando belas fotografias. Vale o esforço que é chegar até aqui.

Leia mais em : http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/05/21/rumo-as-dunas-de-areias-vermelhas-de-sossusvlei-mar2012/

O Vale da Morte na Namíbia

O Vale da Morte na Namíbia

O PARQUE NACIONAL DO SERENGUETI

No caminho para o Parque Nacional do Serengueti, a estrada é precária, não pavimentada e a viagem bastante desconfortável, mas vale muito a pena. No caminho vimos Guerreiros Masai que vivem na região e circulam pela planície conduzindo os seus rebanhos.

O Parque Nacional do Serengueti possui cerca de 40 mil quilômetros quadrados de área, fica no norte da Tanzânia, próximo à fronteira com o Quênia. É famoso pelas grandes migrações anuais dos milhões de gnus e zebras que passam por aí, formando um ciclo permanente de migração. A densidade da vida animal, hoje, é a mesma de 500 anos atrás.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2013/07/16/chegando-ao-serengeti-pela-garganta-do-olduvai/

Gnu

Gnu

OS LEÕES DE BOTSWANA

Encontramos os leões na beira da estrada. Era um grupo com 14 animais, entre fêmeas, filhotes de diversas idades, alguns já com o início de formação da juba.

Os leões passavam ao lado da Land Rover. Impossível não ficar apreensivo. Pararam para beber água. Pegamos cenas lindíssimas e especiais, daquelas fotos que costumamos ver nas revistas sobre mundo animal e sonhamos em poder fazer um dia.

Ficamos seguindo e observando os leões por um longo período, até que ao entardecer eles desistiram da caminhada e deitaram na relva para descansar. Já era hora de seguirmos para o acampamento.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/05/01/chegando-a-duma-tau-o-rugido-do-leao/

O grande leão.

O grande leão.

O BALÉ DAS GIRAFAS NO CANAL SAVUTI

O acampamento Duma Tau em Botswana possui uma vegetação mais densa, muitos arbustos, o que dificulta a visão dos animais. Em compensação, Duma Tau

fica banhado pelo legendário Canal Savuti, um santuário de vida selvagem, onde as águas pararam de circular há 20 anos, como consequência de movimentos tectônicos, mas voltou imponente há 5 anos. O Canal Savuti possui aproximadamente 100 km de extensão e é uma importante área de concentração de vida selvagem. Encontramos esse grande conjunto de girafas na beira do Canal Savuti. As girafas fizeram um balé em nossa frente e possibilitaram bons “clicks”.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/05/07/a-cacada-da-leoa-mar2012/

As girafas no Canal Savuti

As girafas no Canal Savuti

A COSTA DO ESQUELETO

Pegamos um avião pequeno, no sul da Namíbia para um voo panorâmico sobre

as dunas de areia vermelha de Sossusvlei. As dunas vão clareando pouco a pouco até mudarem totalmente de cor e se transformam no Deserto da Namíbia. Uma grande extensão de areias contínuas até encontrar o mar.

Essa região é conhecida como a Costa do Esqueleto. O mar é uma armadilha e muitos foram os naufrágios que aconteceram por aí. Ainda hoje continuam acontecendo em função da dificuldade de sinalização e pelas mudanças sofridas nos bancos de areia. Lá de cima dá para ver restos de navios naufragados. O deserto continua avançando sobre o oceano.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/05/26/o-voo-sobre-a-costa-do-esqueleto-na-namibia-mar2012/

A Costa do Esqueleto

A Costa do Esqueleto

AVES E PÁSSAROS DO DELTA DO OKAVANGO

O Delta do Okavango é um dos destinos mais procurados para safáris fotográficos do continente africano. O rio Okavango nasce em Angola e segue para o sul, passando pela fronteira entre Angola e Namíbia até entrar em Botswana. Ali, ele se espalha em milhares de rios menores e grandes áreas alagadas, que vão lentamente desaparecendo na aridez do Deserto do Kalahari.

O Delta do Okavango possui, por tudo isso, uma geografia única. É o maior delta de drenagem arréica (desaparece no continente) do mundo. A consequência disso é que o Okavango drena uma imensa área semiárida, levando para lá, uma densa vida vegetal.

A região do Delta do Okavango tem o céu enfeitado por uma grande variedade de pássaros e aves, que possibilitam belas fotos.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/04/08/botswana-um-paraiso-da-vida-selvagem-mar2012/

Aves do Delta do Okavango.

Aves do Delta do Okavango.

O LEOPARDO E O ESPELHO

A foto em destaque nessa página foi um momento raro no acampamento Duma Tau, no Delta do Okavango em Botswana. Estávamos no final de um safári pouco produtivo, sem muitas novidades, quando de repente o nosso guia, com olhar experiente e faro de caçador, avistou, no meio do capim, o rabo de um belo leopardo. Era uma fêmea jovem. Deu um show. Caminhou ao lado do carro, ameaçou um grupo de impalas, foi vista e desistiu de atacar, pois as impalas podem fugir mais rapidamente.

Parou para beber água na beira de uma lagoa. O espelho do leopardo nas águas da lagoa formou cenas maravilhosas e possibilitou as melhores fotos do dia.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2012/05/08/o-leopardo-e-as-impalas/

O leopardo e o espelho.

O leopardo e o espelho.

A ALDEIA MASAI

Chegamos a uma aldeia Masai, no Quênia e fomos recebidos de forma muito carinhosa pelo chefe da tribo. Os Masai são nômades e guerreiros destemidos. Vivem entre o Quênia e a Tanzânia. É o único povo que pode circular livremente entre os dois países, sem restrições. São altos e magros.

Os Masai são criadores de gado e famosos como caçadores de leões. Cuidam dos rebanhos com esmero e aproveitam tudo que o gado pode fornecer. A importância de um Masai na sua comunidade, bem como a sua classe social, está relacionada com a quantidade de vacas que possui.

As Tribos Masai são formadas por casas simples e pequenas, feitas de esterco de vaca e de elefante. Ao redor das casas, coloca-se uma cerca redonda de espinhos que serve para afastar os predadores. À noite, eles trazem o gado para dentro da área desse cercado. O ambiente é fétido e insalubre.

Leia mais em: http://umpouquinhodecadalugar.com/2013/07/09/a-aldeia-masai/

As mulheres Masai.

As mulheres Masai.

O SALTO DO LEOPARDO

Conseguir as melhores fotos nos safaris fotográficos, muitas vezes depende de sorte, mas existem lugares onde essa probabilidade aumenta muito. Um deles é o acampamento Little Vumbura no Delta do Okavango em Botswana. No caminho entre o campo de pouso e o acampamento já dá para ver como a paisagem por aqui é bem diferente. A área é completamente alagada e a Land Rover, a todo momento, confunde estradas com leitos de rios.

Num desses caminhos (estrada/rio), vimos uma cena linda, quando o leopardo saltou sobre um pequeno rio e o filhote veio logo atrás.

O salto do leopardo

O salto do leopardo

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – ÁFRICA

De todos os lugares que visitei, a África é o do qual tenho mais saudade. Ali, tive a chance de viver, fotografar e ver momentos raros.

GIRAFAS.

GIRAFAS.

A reserva Masai Mara, no Quênia, é uma das regiões de maior concentração de animais do planeta. A vida selvagem está aí preservada como há 500 anos. É na fronteira entre o Quênia e a Tanzânia que acontece “A grande Migração”, quando mais de um milhão de animais, entre zebras e gnus, migram em círculos contínuos e os predadores fazem a “festa”.

Os gnus fazem a Grande Migração.

Os gnus fazem a Grande Migração.

É nessa região onde vivem os Guerreiros Masai, criadores de gado e caçadores de leões. O encontro com os coloridos guerreiros, na aldeia Masai é emocionante e possibilita belas fotos.

Guerreira Masai

Guerreira Masai

Nos safáris fotográficos, o objetivo é “clicar” os “Big Five”, denominação que os aventureiros dão aos cinco grandes e mais temidos animais africanos: O leão, o rinoceronte, o elefante, o leopardo e o búfalo. Vi e fotografei os cinco e muito mais: pássaros coloridos e exóticos, girafas, elefantes, leopardos, manadas de zebras e gnus.

O leopardo é um dos "Big Five"

O leopardo é um dos “Big Five”

As Land Rover, abertas, deixam-nos cara a cara com os grandes animais. A única “arma” que temos em mão, para nos proteger, é a máquina fotográfica. O “tiro” é certeiro e o resultado maravilhosamente vivo.

A emoção da bela foto

A emoção da bela foto

Em Botswana, o Delta do Okavango foi um dos destinos que guardei na memória de professor, como sendo obrigatório. Aí, a vida animal é mais densa e intensa.

Botswana

Botswana

Foi onde presenciei os momentos mais emocionantes dos safaris na África. Caçadas épicas e desafios entre os grandes animais.

Caçada em Botswana

Caçada em Botswana

A Namíbia é um paraíso para a fotografia. Um dos países mais coloridos do Mundo. O clima seco e a intensa luminosidade ajudam a tirar as melhores luzes das areias vermelhas de Sossusvlei.

As dunas de areias vermelhas de Sossusvlei

As dunas de areias vermelhas de Sossusvlei

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – EUROPA

Destacar Um Pouquinho de Cada Lugar da Europa é uma tarefa árdua. O continente é recortado, subdividido. Cada canto possui uma cultura própria e uma história densa, que merece ser registrada.

Preferi dar ênfase aos aspectos culturais, pois é isso que os viajantes costumam procurar por aí, em função da sua história milenar.

A Vitória de Samotrácia do Museu do Louvre.

A Vitória de Samotrácia do Museu do Louvre.

Castelos e palácios emolduram uma paisagem diversificada com vales verdejantes entre montanhas.

O Castelo de Chaumont no Vale do Loire

O Castelo Chaumont no Vale do Loire

Destaco o colorido de Gaudi, que deixou marcas urbanas únicas em Barcelona, alguns detalhes da, nem sempre cinzenta, Londres. As cores estão por lá. É só procurar com um olhar de desejo. Em Notting Hill, aparece uma Londres diferente: alegre, com um “quê” de bairro latino, e o show fica por conta dos artistas de rua.

Artista de rua em Londres.

Artista de rua em Londres.

Busquei a sobriedade reflexiva no Monumento aos Judeus, em Berlim. Os encantos paisagísticos estão representados pela Rota Romântica da Alemanha e pela bela região do Tirol, na Áustria.

Paisagem do Tirol na Áustria.

Paisagem do Tirol na Áustria.

Os palácios, castelos e burgos medievais do interior da Alemanha, misturados com as paisagens de outono, quando as folhas das árvores começam a assumir tons que variam do amarelo ao vermelho, foram para mim uma grande surpresa.

Paisagem da Rota Romântica na Alemanha.

Paisagem da Rota Romântica na Alemanha.

Tentei tirar de Paris algumas imagens inusitadas, detalhes, tons e cores que explicam o caráter romântico da cidade.

Paris por um olhar diferente.

Paris por um olhar diferente.

Na França, um dos momentos de maior emoção foi o encontro com o Le Mont Saint Michel, na Normandia. Um dos pontos imperdíveis que estava registrado na minha memória de professor, como uma paisagem a ser visitada.

O Monte Saint-Michel

O Monte Saint-Michel

Os Jardins de Monet em Giverny e os Castelos do Vale do Loire completam as imagens desse país, que é uma síntese da Europa.

Os Jardins de Monet em Giverny.

Os Jardins de Monet em Giverny.

A Itália, plural, colorida e alegre, está representada pelos monumentos de Roma, pelos palácios de Veneza, pelas cores da Sicília, pelo azul do mar da Púglia e o charme da Costa Amalfitana e da Cinque Terre.

Positano

Positano

As Ilhas Gregas aparecem representadas pelos mirantes fotogênicos de Santorini. E, na Turquia, a paisagem lunar da Capadócia faz a transição entre a Europa e a Ásia.

A paisagem lunar da Capadócia.

A paisagem lunar da Capadócia.

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UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs de 96 a 105

O VALE DOS TEMPLOS DE AGRIGENTO

O Vale dos Templos na Sicília é o mais impressionante conjunto de construções e ruínas gregas existentes fora da Grécia. Os Templos com colunas dóricas datam do século V a.C. Nove templos ainda são visíveis. O destaque do Vale é o Templo da Concórdia, de 430 a.C., que foi preservado por ter sido convertido em Igreja Católica no século IV, o que acabou por salvá-lo da destruição. É o mais preservado de toda a Magna Grécia.

O Templo da Concórdia em Agrigento.

O Templo da Concórdia em Agrigento.

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SANTORINI, A MAIS CHARMOSA DAS ILHAS GREGAS

A ilha de Santorini foi destruída numa forte erupção vulcânica no século XV a.C.. A ilha montanhosa ficou resumida a uma meia-lua, que corresponde à borda da cratera. As vilas são charmosas, formadas por casas brancas penduradas nas encostas e nos penhascos vulcânicos. Firá é a capital da ilha. Possui várias igrejas com domos arredondados e pintados de azul.

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Terraços de Santorini.

Terraços de Santorini.

OS TERRAÇOS DE SANTORINI

Muitos dos terraços das casas de Santorini foram transformados em hotéis, bares e restaurantes, com localização privilegiada na borda da cratera vulcânica. Daí se tem belas vistas do conjunto.

Santorini.

Santorini.

A NEVE NO CENTRAL PARK

O Central Park é o “pulmão” e o “coração” de Nova York. É o maior parque da cidade, no centro da ilha de Manhattan. Os turistas e os moradores da cidade amam e frequentam o parque sempre que podem, e em qualquer estação do ano. Cada momento do ano enfeita o Central Park com cores diferentes. O inverno é especial, pois o branco da neve deixa o parque ainda mais bonito. Essa foto foi feita após uma noite de intensa nevasca. No dia seguinte, o céu azul fez a moldura para a neve sobre o parque, o que possibilitou fotos especiais.

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Paisagem do Central Park no inverno.

Paisagem do Central Park no inverno.

O GRAND BAZAR DE ISTAMBUL

Um dos locais mais visitados em Istambul é o Grand Bazar. O maior mercado coberto do mundo e um dos mais antigos. É um mercado onde se compra de tudo. Existem joalherias, lojas de artesanatos, especiarias, tapetes e outros atrativos nesse ponto de encontro entre o Ocidente e o Oriente. É um paraíso para a fotografia. O colorido das especiarias orientais, das roupas e das joias enfeita o mercado.

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O Grand Bazar de Istambul.

O Grand Bazar de Istambul.

TURQUIA O ELO ENTRE O ORIENTE E O OCIDENTE

A Turquia fica na ligação entre a Europa e a Ásia, onde os dois continentes são separados apenas pelo pequeno Estreito de Bósforo. O Bósforo possui 30km de extensão e uma largura mínima de apenas 550m. Em Istambul, os palácios do Bósforo testemunham a importância da sua localização ao longo da história. A Capadócia é o ponto alto de uma viagem ao interior da Turquia. A foto em destaque foi “clicada” de um voo de balão nos céus da Capadócia. Lá de cima dá para ver uma paisagem única no mundo. As formações rochosas lembram uma paisagem “lunar”.

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Capadócia.

Capadócia.

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