SINT MAARTEN E SAINT MARTIN, UM DESTINO SOFISTICADO NO CARIBE

28 de fevereiro de 2015

A ilha de Saint Martin (São Martinho) é um dos lugares mais exclusivos do Caribe. As suas baías e marinas estão repletas de veleiros e iates luxuosos de milionários do mundo inteiro.

Barcos maravilhosos no porto de Sint Maarten .

Barcos maravilhosos no porto de Sint Maarten .

A ilha é pequena, mas mesmo assim está dividida em duas possessões, É o menor território contínuo do Mundo governado por dois países diferentes. Uma parte pertencente à Holanda, a Sint Maarten e a outra pertencente à França a Saint Martin. Essa divisão já foi motivo de conflitos e guerras entre as duas nações europeias. Hoje, os moradores das ilhas convivem com essa realidade.

Marina em Sint Maarten

Marina em Sint Maarten

Não existe fronteira formal nem controle de documentos entre as duas partes. Numa metade, o idioma oficial é o francês e a moeda o Euro, na outra o idioma oficial é o holandês e a moeda o dólar americano. Em ambas, porém falam-se vários idiomas, característica de todo o Caribe, uma das áreas mais cosmopolitas do Planeta.

Carro antigo no charmoso comércio de Marina em Sint Maarten

Carro antigo no charmoso comércio de Marina em Sint Maarten

Philipsburg é a capital de Sint Maarten (o lado holandês), é maior, mais charmosa e mais rica que Marigot, a capital de Saint Martin (o lado francês). É em Sint Maarten que fica o principal porto de Cruzeiros e o Aeroporto Internacional, que aliás é uma das atrações da ilha.

A interessante praia de Maho Beach

A interessante praia de Maho Beach

O Aeroporto Internacional de Sint Maarten fica ao lado da Maho Beach e a cabeceira da pista de pouso e decolagem fica bem ao lado da praia. Todos os turistas que vão à ilha passam por aí para ver a “adrenalina” que acontece quando os aviões se aproximam da pista e passam a poucos metros dos banhistas.

O avião passa sobre as cabeças dos banhistas.

O avião passa sobre as cabeças dos banhistas.

Fomos até Maho Beach e seguimos para o charmoso centro comercial de Philipsburg. A principal rua de comércio é a Front Street, cheia de cafés, cassinos e lojas duty-free. Gostoso de passear, com centenas de lojas de grifes internacionais, perfumes, eletrônicos, joias (uma das características do lugar), relógios, etc. Philipsburg é porto livre e portanto possui bons preços, boas lojas e é um bom lugar para compras, um dos melhores do Caribe.

Visão panorâmica da Front Street.

Visão panorâmica da Front Street.

Do centro comercial com lojas e casas coloridas seguimos andando de volta para o navio. Existe a opção de pegar um táxi aquático, mas são apenas dez minutos de caminhada com belas praias, um azul turquesa no mar e muita vida ao redor.

Comércio chique em Sint Maarten

Comércio chique em Sint Maarten

Voltamos caminhando para o navio, que nesse dia partiu cedo (14:30H), pois haveria uma longa viagem de volta para La Romana na República Dominicana, onde aconteceria o desembarque no dia seguinte.

Janelas coloridas em Sint Maarten

Janelas coloridas em Sint Maarten

Chegamos em La Romana e tivemos um “transfer” para o aeroporto onde embarcamos num voo da Gol para São Paulo. O cruzeiro da MSC com o aéreo incluso foi uma comodidade bem interessante.

Última foto do MSC Música.

Última foto do MSC Música.

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FAZENDO SNORKELING EM GUADALUPE

27 de fevereiro de 2015

Guadalupe é um território ultramarino francês no Caribe. É um arquipélago das Pequenas Antilhas formado por dezenas de ilhas, onde duas se destacam como as maiores. A Grande-Terre, mais a leste, é plana e formada por grandes campos de cana-de-açúcar. A Basse-Terre, mais a oeste, é montanhosa, menos povoada, formada por uma densa floresta tropical cortada por rios e cachoeiras.

A baía de Pointe-à-Pitre em Guadalupe.

A baía de Pointe-à-Pitre em Guadalupe.

Essas duas ilhas maiores têm o formato de uma borboleta ou de uma ostra aberta e estão separadas por um estreito canal de água salgada, o Riviére-Salée (Rio Salgado).

O Rivière Salée entre as duas grandes ilhas de Guadalupe.

O Rivière Salée entre as duas grandes ilhas de Guadalupe.

O MSC Música ancorou em Pointe-à-Pitre, a maior cidade e capital de Guadalupe, localizada na Grande-Terre, na porção sul do Rivière-Salée.

As amarrações do MSC Música

As amarrações do MSC Música

Pegamos um barco menor no cais do porto (Quai de La Darse) e seguimos através do canal que separa as duas ilhas. O nosso objetivo era um mergulho de snorkel numa área rica em vida marinha. No barco havia instrutores que nos explicavam os procedimentos básicos da atividade e de segurança.

Instruções para a prática de snorkling.

Instruções para a prática de snorkling.

Quando chegamos ao mar aberto seguimos algumas milhas até a grande barreira de corais que cerca uma parte de Guadalupe. Ficamos mergulhando aí ao redor da barreira de corais por aproximadamente 2 horas. O mergulho é excelente, vimos barracudas gigantes, arraias, lulas, belos corais e muitos outros peixes.

Os corais nos arredores de Guadalupe.

Os corais nos arredores de Guadalupe.

Após o mergulho seguimos para uma ilhota paradisíaca próxima daí, onde paramos para um banho de mar.

A ilhota paradisíaca nos arredores de Guadalupe.

A ilhota paradisíaca nos arredores de Guadalupe.

Voltamos para o navio no início da tarde e depois de um descanso, saí no final da tarde para uma caminhada de reconhecimento por Pointe-à-Pitre. A cidade possui muitos locais históricos. Perto do porto aparece a bela Place de la Victoire, cercada de edifícios coloniais, que no passado abrigou a guilhotina usada para decapitar os aristocratas que se opunham ao governo revolucionário na França.

A Place de la Victoire

A Place de la Victoire

Aí perto, entre a praça e o porto aparece o museu Victor Schoelcher em homenagem a esse cidadão francês de Guadalupe que liderou o movimento pela abolição da escravatura em todas as Antilhas Francesas.

Casarões coloniais coloridos nas ruas de Pointe-à-Pitre

Casarões coloniais coloridos nas ruas de Pointe-à-Pitre

Um mercado de especiarias, produtos frescos, roupas coloridas, licores e runs completa as atrações da área próxima ao porto.

O mercado de especiarias, licores e runs de Pointe-à-Pitre

O mercado de especiarias, licores e runs de Pointe-à-Pitre

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SANTA LÚCIA, A ILHA DOS MONTES PITON

26 de fevereiro de 2015

Chegamos ao porto de Castries, a capital da Ilha de Santa Lúcia pela manhã. A ilha fica a sul da Martinica, na parte leste do Caribe. Pela sua localização estratégica foi intensamente disputada pelas potências europeias. Mudou de mão entre ingleses e franceses por 14 vezes.

O belo porto de Castries na ilha de Santa Lúcia.

O belo porto de Castries na ilha de Santa Lúcia.

A ilha é montanhosa, possui praias paradisíacas e intocadas, pois as montanhas caem no mar, e formam pequenas enseadas protegidas. A água azul turquesa, bons ventos e um mar rico em peixes, atrai muitos esportes aquáticos.

Enseadas e praias paradisíacas aparecem por todos os lados.

Enseadas e praias paradisíacas aparecem por todos os lados.

Em terra, o terreno montanhoso, a paisagem vulcânica e as densas florestas possibilitam belas paisagens tropicais.

A paisagem montanhosa e as florestas tropicais dominam o interior da ilha.

A paisagem montanhosa e as florestas tropicais dominam o interior da ilha.

O porto de Castries é muito bem estruturado, possui uma bom shopping logo na entrada, onde as várias lojas vendem artesanatos e produtos duty free.

Lojinhas no porto de Castries.

Lojinhas no porto de Castries.

Pegamos um passeio opcional do navio para o outro lado da ilha. Logo na saída seguimos para a parte alta da cidade e paramos num belo mirante onde existe uma excelente vista de Castries.

O mirante tem uma boa vista de Castries.

O mirante tem uma boa vista de Castries.

Atravessamos a ilha com algumas paradas no caminho para compra de artesanatos e vistas panorâmicas. Numa delas tivemos contato com produtos típicos da ilha feitos a partir da banana, a grande riqueza local. Ketchup e molho barbecue feitos a partir da banana é uma das iguarias exóticas do lugar.

Ketchup e barbecue de banana em Santa Lúcia.

Ketchup e barbecue de banana em Santa Lúcia.

No outro lado da ilha chegamos a Soufriére, antes de chegar paramos num mirante no alto da montanha, onde existe uma bela vista da cidade encravada num vale estreito. De lá também podemos avistar o vulcão Soufriére, que pode ser visitado de carro.

A cidade de Soufriére espremida entre as montanhas.

A cidade de Soufriére espremida entre as montanhas.

Descemos das montanhas até a antiga capital e primeira cidade que foi colonizada em Santa Lúcia. Hoje é uma cidade pesqueira. Foi aí em Soufriére que viveu na infância e adolescência a jovem Marie-Joseph-Rose, natural da ilha de Santa Lúcia, que passou a se chamar Josefina e que se tornou esposa de Napoleão Bonaparte e Imperatriz da França.

O pequeno porto de Soufriére.

O pequeno porto de Soufriére.

Em Soufriére pegamos um catamarã e voltamos para Castries. É do mar que aparecem as melhores vistas dos Montes Piton. São duas montanhas pontiagudas que mais parecem sentinelas avançadas da ilha.

Os Montes Pitons.

Os Montes Piton.

Os Montes Piton dominam a paisagem e são os pontos mais famosos da Ilha de Santa Lúcia. O Petit Piton tem 743 metros de altura e o Gros Piton possui 771 metros. Existem caminhadas guiada para o alto do Gros Piton.

Os Montes Piton

Os Montes Piton

Navegando para Castries paramos em uma das enseadas paradisíacas da ilha para um bom banho de mar. O ruim é que vários catamarãs fazem o mesmo e o que deveria ser um banho paradisíaco vira uma “farofada”.

O paraíso virou "farofa".

O paraíso virou “farofa”.

Continuamos navegando e entramos na espetacular Baía de Marigot, uma enseada fechada, escondida atrás das montanhas, a 11 quilômetros de Castries, onde existe uma boa estrutura de excelentes resorts e outras opções de lazer.

A espetacular Baía Marigot.

A espetacular Baía Marigot.

A Baía de Marigot é considerado um dos pontos de ancoragem mais bonitos do Caribe. Já foi cenário para alguns filmes de Hollywood, como “Dr Doolittle” e “Poder de Fogo”.

Detalhes da Baía Marigot.

Detalhes da Baía Marigot.

Seguimos adiante, de volta ao porto de Castries, onde Batemos pernas pelas lojinhas do porto e embarcamos no MSC Música para seguir viagem. No dia seguinte chegaremos a Guadalupe.

Voltando ao Porto de Castries.

Voltando ao Porto de Castries.

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O MONT PELÉE NA ILHA DA MARTINICA

25 de fevereiro de 2015

Chegamos à Fort-de-France, a capital da Ilha da Martinica na manhã do dia 25 de fevereiro de 2015. A cidade é movimentada, com forte influência francesa e cores tropicais. Continua sendo um território ultramarino francês, juntamente com outras ilhas das Antilhas.

A cidade de Fort-de-France

A cidade de Fort-de-France

Pegamos uma excursão do navio direto para Saint Pierre, a primeira capital da Martinica. A estrada entre Fort-de-France e Saint Pierre serpenteia por uma região montanhosa e de densa vegetação exuberante e tropical.

O interior montanhoso da Ilha da Martinica.

O interior montanhoso da Ilha da Martinica.

No caminho passamos pela Église de Balata, construída nos moldes da Basílica de Sacré-Coeur em Montmatre, Paris. A igreja é um dos orgulhos da Martinica, mas não chega a impressionar.

A Église de Balata tenta imitar a de Montmartre de Paris.

A Église de Balata tenta imitar a de Montmartre de Paris.

Atravessamos as florestas da Martinica e chegamos a Saint Pierre, ao norte da ilha. Saint Pierre foi a primeira capital do país. Era um centro econômico importante e a principal cidade da Martinica, quando foi totalmente destruída pela violenta erupção do Vulcão Mont Pelée em 1902.

Sentinela avançada em Saint Pierre na Martinica.

Sentinela avançada em Saint Pierre na Martinica.

Seguimos direto para o Musée Vulcanologique que conta a história da erupção. Apesar dos claros sinais que o Mont Pelée estava dando sobre a iminente erupção que viria, os moradores da cidade decidiram apostar para ver e não evacuaram a área. Às 8h do dia 8 de maio de 1902 ele explodiu e lançou uma enorme quantidade de cinzas vulcânicas sobre Saint Pierre. Foi uma das maiores catástrofes vulcânicas da história da humanidade. Morreram todos os 30 mil habitantes da cidade. Ouve apenas um sobrevivente. Um preso que se encontrava numa cadeia subterrânea e foi resgatado depois por marinheiros franceses.

O temido vulcão Mont Pelée

O temido vulcão Mont Pelée

Seguimos adiante até uma fazenda na periferia de Saint Pierre onde visitamos a destilaria de rum DePaz, onde pudemos acompanhar os passos do processo produtivo dessa bebida que é a cara do Caribe.

Tonéis de Rum na Martinica.

Tonéis de Rum na Martinica.

Após a visita retornamos para Fort-de France, circulamos pela cidade onde descobrimos até uma Galeries Lafayette. Voltamos ao navio que saiu à noite com destino a Santa Lucia.

Vista panorâmica da baía de Saint Pierre como o Mont Pelée ao fundo.

Vista panorâmica da baía de Saint Pierre como o Mont Pelée ao fundo.

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NADANDO COM AS ARRAIAS EM ANTÍGUA

24 de fevereiro de 2015

Chegamos a Antígua na manhã do dia 24 de fevereiro. Antígua e Barbuda formam um país independente, cujo nome identifica as duas principais ilhas de um arquipélago composto por 37, na região das Pequenas Antilhas.

Chegando a Antígua.

Chegando a Antígua.

As ilhas foram descobertas por Cristóvão Colombo, que deu nome ao arquipélago que foi originalmente colonizado pela Espanha, até passar para o domínio da Grã-Bretanha em 1667, ficando assim até 1981, quando se tornou um país independente. Hoje faz parte da ONU e da Comunidade Britânica das Nações.

O MSC Música ancorado em Antígua.

O MSC Música ancorado em Antígua.

O idioma oficial é o inglês. O país possui aproximadamente 88 mil habitantes, sendo que 26 mil deles vivem na capital, Saint John.

Rua de compras em Saint John

Rua de compras em Saint John

No porto de Saint John pegamos um transporte e seguimos direto para um passeio espetacular e com a cara do Caribe. Fomos para Stingray City (Cidade das Arraias) que fica há algumas dezenas de quilômetros de Saint John.

Chegando a Stingray City em Antígua.

Chegando a Stingray City em Antígua.

Chegando a Stingray City assistimos a uma palestra de quinze minutos sobre o uso de equipamentos de segurança e como deveríamos nos comportar no encontro com as arraias.

Palestra em Stingray City para orientação sobre como se comportar com as arraias.

Palestra em Stingray City para orientação sobre como se comportar com as arraias.

Pegamos um barco pequeno e seguimos até um atol de águas cristalinas no meio do mar. Paramos o barco em uma ponte flutuante e ficamos impressionados com o espetáculo das arraias gigantes. Dezenas delas nadando em águas rasas.

Chegamos ao atol para o mergulho com as arraias.

Chegamos ao atol para o mergulho com as arraias.

Pegamos os equipamentos de snorkeling e ficamos ali por mais de uma hora nadando nas águas mornas do Caribe, com as arraias-lixas, numa profundidade de aproximadamente 1,20 metros.

As arraias passam por entre as pessoas que fazem snorkeling.

As arraias passam por entre as pessoas que fazem snorkeling.

As arraias são amigáveis e podem ser tocadas, filmadas e fotografadas. Precisamos obedecer algumas regras de comportamento para não assustarmos os animais, uma delas é evitar pisar sobre o rabo da arraia, onde está localizado o ferrão do animal, para evitar acidentes.

Nadando com as arraias. - Joaquim Nery

Nadando com as arraias.

Nadando com as arraias.

Voltamos do atol e depois de brindarmos com rum na estação de retorno do mergulho com as arraias, voltamos para Saint John. A cidade é movimentada. Ao lado do porto de atracação dos Cruzeiros, o Heritage Quay, fica um comércio ativo cheio de restaurantes, lojas duty-free, e de artesanatos

O Heritage Quay

O Heritage Quay

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AS ILHAS VIRGENS E O PARQUE NACIONAL DA VIRGIN GORDA

23 de fevereiro de 2015

Começamos o Cruzeiro no Caribe pelo porto de La Romana na República Dominicana. A República Dominicana faz parte da Ilha de Santo Domingo ou Hispaniola. A ilha é dividida em dois pedaços: Haiti e República Dominicana. Foi aí que Cristóvão Colombo chegou à América em 1492. La Romana é o principal centro de produção açucareira do país. Possui um bom porto, que hoje é usado pelos Cruzeiros que circulam no Caribe.

O MSC Música no porto de La Romana

O MSC Música no porto de La Romana

Saímos de La Romana em um Cruzeiro da companhia italiana MSC. O navio foi o Música, o primeiro navio da sua categoria, construído em 2006. O navio possui 1268 cabines de passageiros e pode acomodar 2536 clientes, servidos por uma tripulação de 990 pessoas.

O deck de lazer do MSC Música

O deck de lazer do MSC Música

O navio possui uma boa infraestrutura de lazer, com muitos bares e restaurantes que ficam bastante animados à noite. Possui um belo teatro, com capacidade para 1300 pessoa, onde acontecem espetáculos em todas as noites dos cruzeiros, spa, minigolf, discoteca, área infantil, 1 piscina infantil, 2 piscinas de adultos, cassino, shopping, biblioteca, etc. Ao longo de um ano ele realiza cruzeiros pelo Mar Mediterrâneo, Caribe e costa brasileira.

A área da piscina é sempre muito movimentada.

A área da piscina é sempre muito movimentada.

Saímos de La Romana ao final da tarde e seguimos direto para as Ilhas Virgens Britânicas, que seria o nosso primeiro ponto de parada. Chegamos às Ilhas Virgens pela manhã do dia seguinte. O navio ficou ancorado ao largo de uma imensa baía. Não existe aí um bom porto de atracação.

O navio ficou ancorado ao largo nas Ilhas Virgens Britânicas

O navio ficou ancorado ao largo nas Ilhas Virgens Britânicas

As Ilhas Virgens fazem parte de um arquipélago denominado de Ilhas Leeward e formam um paraíso para turistas em busca de aventuras. Possuem um relevo montanhoso e por isso são muito pouco povoadas. Estão divididas em dois grupos: As Ilhas Virgens Americanas e as Ilhas Virgens Britânicas.

A Ilha de Tortola nas Ilhas Virgens Britânicas.

A Ilha de Tortola nas Ilhas Virgens Britânicas.

O MSC Música ficou ancorado ao largo da Ilha de Tortola nas Ilhas Virgens Britânicas, cuja capital é Road Town. Não chegamos a descer em Road Town. Depois que o navio ancorou, pegamos um barco menor e seguimos direto para a ilha Virgin Gorda, onde passaríamos o resto do dia.

Chegando à Ilha Virgin Gorda.

Chegando à Ilha Virgin Gorda.

A ilha possui fantásticas praias de areia branca, com imensos blocos graníticos espalhados, que configuram um charme especial para o lugar. Seguimos direto para The Bath, um Parque Nacional imperdível para quem visita as Ilhas Virgens.

The Bath, a praia do Parque Nacional da Virgin Gorda.

The Bath, a praia do Parque Nacional da Virgin Gorda.

Os blocos graníticos foram desgastados pela erosão e se amontoam na beira da praia, formando passagens estreitas que lembram cavernas. Essa região é chamada de The Caves. O caminho entre essas passagens é difícil e ao mesmo tempo excitante.

A difícil passagem pelo The Caves.

A difícil passagem pelo The Caves.

Ao final dessa trilha pelas grandes pedras, chegamos à praia de The Devil’s Bay onde se tem um excelente banho de mar com água cristalina, um “batismo” nas águas cristalinas do Caribe.

A bela praia de The Devil Bay

A bela praia de The Devil’s Bay

Ao final da tarde voltamos para o navio e à noite seguimos viagem para o próximo destino que seria Antígua.

The Devil's Bay, um bom "batismo" no Caribe.

The Devil’s Bay, um bom “batismo” no Caribe.

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A GEOGRAFIA DAS ANTILHAS

22 de fevereiro de 2015

Esse grande conjunto de ilhas, na realidade, são picos elevados de uma cordilheira de montanhas submarinas, que em alguns momento ficam fora d’água, por isso muitas delas são montanhosas. Essa cordilheira de montanhas surgiu como consequência do movimento das placas tectônicas, por isso são susceptíveis a fenômenos geológicos como terremotos e vulcanismos.

O vulcão Mont Peleé na Ilha da Martinica.

O vulcão Mont Peleé na Ilha da Martinica.

As montanhas atravessam a maioria das ilhas no sentido longitudinal, criando uma barreira de relevo que influencia diretamente no clima, na vida das pessoas e no turismo da região.

As ilhas possuem relevo montanhoso.

As ilhas possuem relevo montanhoso.

As ilhas são atingidas o ano inteiro pelos ventos alísios de nordeste, que são regulares, intensos e seguem no sentido nordeste-sudoeste. Como consequência, a parte nordeste das ilhas sofre mais impacto dos ventos, criando um ambiente propício para a pratica do surf e de esportes náuticos que se beneficiam do vento: kite surf, wind surf, barcos a vela, etc.

Os esportes à vela são comuns no Caribe.

Os esportes à vela são comuns no Caribe.

A parte sudoeste das ilhas ficam protegidas dos ventos que batem nas montanhas, por isso têm praias com águas mais calmas e são mais propícias à pratica de snorkeling e mergulho com garrafa.

Águas claras e calmas são ideais para a prática do snorkeling

Águas claras e calmas são ideais para a prática do snorkeling

As montanhas e os ventos também influenciam nos climas, pois o vento trás umidade do oceano, que despeja em forma de chuva, sobre as montanhas, na parte nordeste das ilhas. Já na parte sudoeste o clima é mais seco, pois a umidade ficou retida, não chegando até aí.

Algumas áreas litorâneas são áridas e possuem vegetações xerófitas.

Algumas áreas litorâneas são áridas e possuem vegetações xerófitas.

O clima é quente o ano inteiro com características tropicais.

A vegetação tropical domina as paisagens.

A vegetação tropical domina as paisagens.

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