CHEVERNY E CHAUMONT – MAIS DOIS CASTELOS DO LOIRE

Uma das grandes surpresas que tivemos no Vale do Loire foi o Castelo Cheverny. Não esperávamos tanto. O Cheverny é um castelo charmoso e que possui um riquíssimo acervo de mobiliário e objetos pertencentes à família Hurualt.

O Palácio Cheverny, ainda ocupado como propriedade particular.

O Palácio Cheverny, ainda ocupado como propriedade particular.

O Castelo Cheverny é um dos raros exemplos de longevidade e continuidade de propriedade num castelo francês por tanto tempo. Pertence à mesma família desde o século XIII. São cerca de 800 anos de propriedade do mesmo grupo familiar.

O rico interior do Palacio Cheverny

O rico interior do Palacio Cheverny

O Castelo aparece muito bem conservado, os cômodos retratam a história da família, um pouco da história da França e do Vale do Loire. Cheverny é famoso pelos seus interiores, objetos e mobiliário.

Ricos objetos compõem o acervo de Cheverny.

Ricos objetos compõem o acervo de Cheverny.

O Cheverny é um dos poucos castelos abertos à visitação pública e que manteve a família vivendo e convivendo com o local. Dentre as tradições que são mantidas em Cheverny, a maior delas é a caça com cães, que podem ser vistos pelo público que visita o local. Hoje  a matilha do Cheverny possui mais de 100 animais.

Armadura infantil em Cheverny

Armadura infantil em Cheverny

Dos castelos do Vale do Loire, o Chaumont-Sur-Loire chama a atenção pela arquitetura medieval. O castelo fica no alto de uma colina nas margens do Rio Loire, o que configura uma localização estratégica do ponto de vista militar. Foi construído no século X, por Odo I, Conde de Blois, para vigiar a fronteira entre o condado de Blois e o Condado de Anjou, históricos rivais na região.

O Castelo-Fortaleza de Chaumont

O Castelo-Fortaleza de Chaumont

Na entrada do Castelo uma ponte suspensa dá as boas vindas. Nos arredores existem belos e amplos jardins, com árvores maravilhosas, dentre elas destacam-se os Cedros do Líbano.

A ponte suspensa e os Cedros do Líbano.

A ponte suspensa e os Cedros do Líbano.

Na segunda metade do século XVI, o Castelo de Chaumont passa a ser residência de Diana de Poitiers, ex-amante do Rei Henrique II, que recebeu a propriedade como compensação da sua rival, Catarina de Medicis, esposa de Henrique II, após a morte do marido. Foi expulsa do seu castelo anterior, o Chenonceau, que por sua vez ficou com Catarina, a nova regente do reino.

Lindo vitral de Adão e Eva no Castelo de Chaumont

Lindo vitral de Adão e Eva no Castelo de Chaumont

À noite voltamos ao bom restaurante Le Hotel Antique.

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Sobre joaquimnery

Joaquim Nery Filho é geógrafo, agente de viagens e empresário do showbusiness. Apaixonado por viagens e fotografia.
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