JURAS DE AMOR EM PARIS

Iniciar o dia em Paris já é um acontecimento. Como o nosso hotel ficava muito próximo da Champs Élysées, qualquer movimento já mostrava cenas especiais. Nesse nosso último dia em Paris, fizemos isso e conseguimos belas imagens do Arco do Triunfo.

O Arco do Triunfo.

O Arco do Triunfo.

Entramos na Sephora, a principal loja de perfumes e cosméticos da Champs Élysées e estava acontecendo uma demonstração de maquiagem de uma das marcas vendidas aí. Conseguimos mais boas fotos, das modelos maquiadas.

Make up de maquiagem na Sephora

Make up de maquiagem na Sephora

Deixamos para o último dia de viagem a visita ao Museu D’Orsay, um dos mais espetaculares de Paris. Era uma segunda-feira. Erro fatal. O D’Orsay estava fechado, como muitas das atrações da cidade. Quando for a Paris, fique atento pois muitas atrações, sobretudo museus, fecham na segunda-feira.

O Museu D'Orsay

O Museu D’Orsay

Ficamos frustrados pois o Museu D’Orsay estava em nossos planos. É lá que está o maior acervo dos pintores impressionistas, da França. Pretendíamos ver as obras de Monet, para comparar com as fotos que tiramos dos Jardins de Monet em Giverny e da fachada da Catedral de Rouen, no início da viagem. Além disso, fazem parte do acervo do museu, obras-primas de Renoir e de Rodin (A Porta do Inferno).

O Rinoceronte na entrada do Museu D'Orsay

O Rinoceronte na entrada do Museu D’Orsay

Sem o D’Orsay, seguimos caminhando pela margem do Sena, o que é sempre uma programação necessária e prazerosa, nessa que é a cidade mais bela e romântica do mundo. Passando de ponte em ponte, chegamos à Pont des Arts, que hoje se tornou uma atração à parte em Paris, em função dos milhares de cadeados, que casais enamorados prendem no seu gradil, fazendo juras de amor eterno e depois jogam a chave no rio para que o cadeado jamais seja aberto. São juras de amor eterno.

A Pont des Arts

A Pont des Arts

Os cadeados da Pont des Arts se transformaram num problema em função da grande quantidade que é colocada aí. A prefeitura frequentemente tem o trabalho de desmontar o gradil para retirada do excesso, mas é impossível limpar o amor sobre a ponte e o rio, enquanto essa “moda romântica” durar.

A prefeitura retirando os cadeados.

A prefeitura retirando os cadeados.

Na margem do Sena existem inúmeras bancas de vendedores “ambulantes”, que originalmente vendiam e muitos ainda vendem, livros usados, postais, cartazes, etc. Muitos deles hoje vendem, também, cadeados. Nessa crise econômica que se abate sobre a Europa, o “amor” salva a feira dos ambulantes.

As bancas da margem do Sena.

As bancas da margem do Sena.

Seguimos andando em direção Ópera de Paris. Passamos pelo Louvre, entramos na sofisticada Rue Saint-Honoré, cheia de lojas bem transadas e especiais. Passamos pela Place Vendôme e chegamos à Ópera Garnier ou Palais Garnier. A famosa casa de ópera de Paris vale uma visita. O edifício que hospeda a Ópera de Paris foi construído em estilo neobarroco e é considerado uma das obras-primas da arquitetura do seu tempo.

Vitrine da Rue Saint Honoré, a caminho da Ópera.

Vitrine da Rue Saint Honoré, a caminho da Ópera.

A Ópera Garnier foi batizada em homenagem ao arquiteto Charles Garnier, que projetou o prédio na época da grande reforma urbana de Paris executada pelo prefeito Haussmann e autorizada por Napoleão III em 1859. A obra que sofreu inúmeros contratempos somente foi concluída em 1874 e a sua inauguração aconteceu em 15 de janeiro de 1875.

A Ópera Garnier.

A Ópera Garnier.

O imponente prédio da Ópera tem uma área total de 11.000 metro quadrados. O palco pode acomodar até 450 artistas. A plateia tem capacidade para 1979 espectadores sentados.

O interior da Ópera Garnier.

O interior da Ópera Garnier.

É possível visitar o teatro, que é ricamente decorado com veludos, superfícies folheadas a ouro, mármores multicoloridos, colunas e muitas estátuas, querubins e ninfas. O candelabro central do salão principal pesa mais de seis toneladas.

O interior da Ópera ricamente decorado.

O interior da Ópera ricamente decorado.

À noite saímos para o jantar de despedida, no bairro da Opera, no bom restaurante La Fontaine Gaillon que pertence ao ator Gerard Depardieu. No dia seguinte voltaríamos para Salvador, mas “SEMPRE TEREMOS PARIS”.

DSC_0167

Anúncios

Sobre joaquimnery

Joaquim Nery Filho é geógrafo, agente de viagens e empresário do showbusiness. Apaixonado por viagens e fotografia.
Esse post foi publicado em França e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s