UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs. de 214 a 223

A CHAMPANGNE POOL DE ROTORUA

A cidade de Rotorua fica na Ilha do Norte da Nova Zelândia. Possui um cheiro constante de enxofre no ar, em função da sua forte atividade geotermal. A sensação é que Rotorua pode explodir a qualquer momento. Está situada numa área de atividade vulcânica intensa. O Waiotapu Thermal Wonderland é uma área geotermal diversificada. O destaque maior desse parque fica para a Champangne Pool, bastante colorida e com bordas petrificadas.

A grande quantidade de lamas fumegantes e fumarolas, além do gêiser Lady Knox, que entra em atividade, todos os dias, exatamente às 10h15min, lançando jatos de vapor a 21m de altura, são algumas das outras atrações do parque.

Leia mais em: https://umpouquinhodecadalugar.com/2011/09/11/geiseres-e-lama-vulcanica-em-rotorua/

A Champangne Pool de Rotorua.

A Champangne Pool de Rotorua.

QUEENSTOWN – A CIDADE DOS ESPORTES RADICAIS

A cidade de Queenstown fica na Ilha do Sul, na Nova Zelândia. É conhecida como a “Capital dos Esportes Radicais”. Foi aí que surgiu o Bungee Jumping. Esses saltos eram praticados por povos polinésios, mas se tornou esporte na Nova Zelândia. A minha primeira atividade radical em Queenstown foi um passeio de Jet Boat no Rio Shotover. Chegar até lá, já é uma grande aventura, pois a estrada que desce o canyon do rio é muito estreita e perigosa, só passa um carro e, mesmo assim, em alguns momentos, parte da roda fica pendurada no despenhadeiro. O Jet Boat é um barco que faz a travessia em altíssima velocidade e passa por corredeiras muito rasas. O barco anda praticamente por cima das pedras. É impulsionado por um jato de água e não possui hélices. Não existe sensação de insegurança, mas a “adrenalina” é ótima.

Leia mais em: https://umpouquinhodecadalugar.com/2011/10/08/queenstown-a-cidade-dos-esportes-radicais/

O Jet Boat no Rio Shotover

O Jet Boat no Rio Shotover

NOVA ZELÂNDIA, A TERRA DOS MAORI

A Nova Zelândia é um dos países, geograficamente, mais isolados do mundo. Possui uma população pequena, de pouco mais de 4 milhões de habitantes, sendo que 2/3 da população vive na Ilha do Norte e, mais de 1 milhão, na cidade de Auckland. Imigrantes chegam à Nova Zelândia em quantidade. As leis mais flexíveis à imigração atraem coreanos, chineses, brasileiros e gente do mundo inteiro que migra em busca de oportunidades. A população nativa das ilhas tem origem polinésia. São os Maori. Hoje, uma minoria no país, mas que tem uma forte influência na cultura e na política interna. Os neozelandeses de descendência europeia são chamados de kiwis. Rotorua é um dos principais centros de observação da cultura Maori. Os templos de culto religioso e símbolos Maori aparecem por ali em vários lugares.

Leia mais em: https://umpouquinhodecadalugar.com/2011/09/05/auckland-a-cidade-das-velas/

Dançarina Maori.

Dançarina Maori.

O AQUARIUM DE SYDNEY

O Darling Horbour é o antigo bairro portuário de Sydney. Foi totalmente recuperado e modernizado. As antigas docas, hoje, dão espaço a museus, restaurantes, hotéis e prédios de escritório. Na região, fica o Aquarium de Sydney, com ênfase na Grande barreira de Corais.

Na região do Aquarium, existe também uma mostra da fauna australiana, com destaque para os animais exclusivos dessa região, como o Coala e o Canguru.

Os Coalas são nativos e exclusivos da Austrália. Alimentam-se apenas de eucalipto, que são pobres em nutrientes e, por isso, para sobreviverem, chegam a dormir até 20h por dia, poupando energia. É raro ver um Coala acordado.

Leia mais em: https://umpouquinhodecadalugar.com/2011/10/20/australia-a-terra-dos-coalas-e-cangurus/

Coala.

Coala.

A ÓPERA HOUSE DE SYDNEY

A Ópera House de Sydney , símbolo maior da cidade, possui formato inusitado. Existe aí um grande complexo de teatros e salões interligados debaixo das suas grandes conchas. Os detalhes arquitetônicos são encantadores. O projeto custou uma fortuna, mas é hoje o ponto turístico mais visitado do local, além de um dos mais ativos centros de artes cênicas do mundo. O telhado em concha lembra uma laranja sendo descascada, o ponto mais alto chega a 67m de altura. A Ópera Theatre é a sala clássica principal, com capacidade para 1507 lugares. O Concert Hall é a maior das salas, com capacidade para 2.690 lugares, onde acontecem, inclusive, shows de jazz e música pop.

Leia mais em: https://umpouquinhodecadalugar.com/2011/10/16/a-opera-de-sydney-e-a-grande-ponte/

A Ópera House de Sydney

A Ópera House de Sydney

Nesse post, finalizei a transcrição do livro “Um Pouquinho de Cada Lugar”. Se você tem interesse em adquirir um exemplar, por favor entre em contato com o e-mail umpouquinhodecadalugar@gmail.com ou mande mensagem nesse post.

 

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Sobre joaquimnery

Joaquim Nery Filho é geógrafo, agente de viagens e empresário do showbusiness. Apaixonado por viagens e fotografia.
Esse post foi publicado em Austrália, Nova Zelândia e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

2 respostas para UM POUQUINHO DE CADA LUGAR – O LIVRO – Pgs. de 214 a 223

  1. joaquimnery disse:

    Existem vários posts no blog sobre o Brasil. No livro deixamos o Brasil para uma edição exclusiva que virá em breve. O México estive há muitos anos e na época ainda não existia o blog, mas voltarei com esse compromisso.

  2. Paris eu tambem conheço porque vc não fala do México , nem do Brasil.?

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