ALASCA, A ÚLTIMA FRONTEIRA

19 de agosto de 2017

Saímos de Calgary, no Canadá, com destino a Anchorage, no Alasca. Deixamos o hotel bem cedo, pois precisávamos estar às 5h no aeroporto para pegar um voo da Air Canadá, com 1,5 horas de duração para Vancouver, onde tivemos uma conexão de 4 horas. Em seguida mais um voo da Air Canadá, para Anchorage, no Alasca, com 3,5 horas.

Alasca, a última fronteira.

Chegamos em Anchorage e seguimos para o Hotel Guest House Anchorage Inn onde nos hospedamos por duas noites. O hotel tem uma localização central e é um padrão típico da cidade.

Anchorage

Anchorage é a maior cidade do Alasca, mas não é a sua capital. A capital é Juneau, no litoral sul. 40% da população desse estado americano vive em Anchorage, que tem cerca de 300 mil habitantes. O Alasca é um dos 50 estados americanos e o maior em extensão territorial. Um dos dois que não estão ligados territorialmente ao corpo do país. O outro é o Hawaii. É também o de menor densidade populacional.

Juneau, a capital do Alasca

Mapa dos estados americanos, destacando Alasca e Hawaii, que estão separados territorialmente dos demais.

Na parte norte e ocidental, o país está separado da Ásia pelo Estreito de Bering. São apenas 82 quilômetros entre a América e a Ásia. O arquipélago das Aleutas, no Alasca, quase forma uma ponte entre os dois continentes (América e Ásia). Existem ilhas no Arquipélago das Aleutas que estão no Hemisfério Oriental, do outro lado do meridiano 180 graus. Por esse motivo o estado é apelidado de “A Última Fronteira”.

O Estreito de Bering separa a América da Ásia

Curiosamente o Alasca é o mais Ocidental e o mais Oriental dos estados americanos. É também o mais setentrional.

Arquipélago das Aleutas

A maior parte da população do Alasca vive na parte sul e ocidental do estado, onde fica Anchorage. O estado é uma grande península. Tem uma fronteira exclusiva com o Canadá através das províncias de Yukon e da Colúmbia Britânica.

A fronteira do Alasca com o Canadá

O Alasca pertencia ao Império Russo até o final do século XIX, quando foi comprado pelos Estados Unidos em 1867, por uma bagatela. A Rússia estava endividada, em funções das sucessivas guerras que travou com outros países da Europa e considerava o Alasca como um grande bloco de gelo improdutivo. A negociação e insistência do secretário americano William Henry Seward acabou concretizando a compra por apenas 7,2 milhões de dólares. Na época Seward foi criticado por muitos políticos e pela opinião pública americana, que era contrária ao negócio com os russos. Consideravam também que o Alasca era apenas um monte de gelo inóspito e imprestável. Terra de ursos e lobos.

Boa parte do território do Alasca é coberto por grandes capas de gelo.

Alguns anos depois do negócio fechado, em 1888, peregrinos americanos encontraram ouro no Alasca, o que atraiu milhares de pessoas para a região. Começou aí a Gold Rush, a “corrida do ouro” para o Alasca. O petróleo foi descoberto no século XX, para completar as suas riquezas.

Alasca, a última fronteira.

Anúncios

Sobre joaquimnery

Joaquim Nery Filho é geógrafo, agente de viagens e empresário do showbusiness. Apaixonado por viagens e fotografia.
Esse post foi publicado em Alasca, Estados Unidos da América e marcado , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

Uma resposta para ALASCA, A ÚLTIMA FRONTEIRA

  1. Anônimo disse:

    Lindo todos esses lugares do mundo e eu pego uma carona, viajando nas paisagens obrigada!!!
    Alasca é sensacional!, tem um lugar especial no meu coração!!

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s