CHEGANDO A DUBLIN PELO CORAÇÃO DO TEMPLE BAR

17 de setembro de 2018

Seguimos para Dublin, a capital da Irlanda do Sul e a chegada na cidade foi um pouco estressante, pois dirigir na mão inglesa é sempre tenso para nós que não estamos acostumados a isso, além disso era preciso ficar atento a GPS, sinaleiras, caminhos exclusivos para ônibus e taxis, etc.

Dublin

Optamos por seguir direto para o The Temple Bar Hotel, e essa foi outra decisão difícil, a ideia era deixar as malas no hotel e seguir com o carro para devolver na Europcar, acontece que o hotel fica numa rua de pedestres, com trânsito restrito e isso dificultou um pouco mais. No final tudo deu certo. Deixamos as malas e seguimos o GPS para a garagem da Europcar, que ficava a 2 km dali. Voltamos a pé e deu para relaxar um pouco, aproveitando as paisagens das margens do Rio Liffey que corta a cidade de Dublin e é um excelente referencial de localização para os visitantes.

O Rio Liffey corta o centro de Dublin.

Foi na marfem do Rio Liffey, que nos batemos com uma das esculturas mais emblemáticas de Dublin. Um presente do Governo Canadense à comunidade da cidade e que homenageia as milhares de famílias de imigrantes irlandeses que migraram para aquele país no século XIX, fugindo da grande fome que atingiu a Irlanda. Esses imigrantes acabaram por ajudar com a implantação e desenvolvimento do Canadá, no outro lado do Atlântico.

Detalhe da escultura em homenagem aos imigrantes irlandeses que foram para o Canadá, fugindo da epidemia de fome do século XIX.

O Hotel The Temple Bar foi uma grande decepção, apesar da localização central, e isso foi uma escolha nossa. O apartamento era muito pequeno, não havia ar-condicionado no quarto, numa noite de final de verão. Tudo bem que a temperatura lá fora estava por volta dos 20 graus, mas tínhamos que abrir as janelas e aí o caos continuava, pois o barulho da farra da região boêmia do Temple Bar entrava no quarto com força. Só aí fomos entender o porque dos protetores auriculares disponíveis no quarto.

A região boêmia de Temple Bar.

Depois de deixar as malas no hotel, saímos caminhando pela região do Temple Bar e descobrimos que Templo Bar é a denominação de toda uma área ao lado do centro portuário de Dublin. O nome veio a partir do momento em que o patriarca de uma família Temple adquiriu um terreno nas margens (barr) do porto e mais tarde implantou uma casa comercial e um bar.

A região boêmia do Temple Bar

Em toda a região de Temple Bar existem dezenas de Pub’s irlandeses com música ao vivo. É o local mais característico da cidade. Todos eles têm características semelhantes. Bares enormes, música ao vivo e comidas à base de burgers e carnes.

Os Pub’s irlandeses são agitados.

O mais famoso e procurado é o autêntico The Temple Bar. Uma multidão do lado de fora fazendo selfies e fotos convencionais e uma multidão dentro do bar que extrapola a sua área original. A música ao vivo com boas baladas é uma obrigação. Entramos no The Temple Bar para viver um pouco dessa experiência, tomamos uns chopps, mas decidimos sair para jantar em outro lugar menos badalado. Jantamos no Hard Rock Café, que fica na mesma rua e a uma quadra do nosso hotel.

O autêntico The Temple Bar

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Sobre joaquimnery

Joaquim Nery Filho é geógrafo, agente de viagens e empresário do showbusiness. Apaixonado por viagens e fotografia.
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