O CASTELO DE TRIM E O SÍTIO ARQUEOLÓGICO DE BRÚ NA BÓINNE

17 de setembro de 2018

Estávamos na Irlanda há 4 dias, a essa altura da viagem, já tinha acostumado a dirigir com a mão inglesa e decidimos seguir de carro para Dublin. Havia a possibilidade de devolvermos o carro em Galway e seguir de trem, mas optamos por pegar a estrada, aliás, as excelentes estradas da Irlanda, com pista dupla e pedagiadas.

Seguimos de carro para Dublin

São 210 km de Galway para Dublin, deveríamos fazer a viagem em aproximadamente 2,5 horas, mas a oportunidade de seguir de carro nos possibilitou um desvio na estrada para conhecer duas atrações do interior da Irlanda. A primeira foi a pequenina cidade de Trim, capital do Condado de Meath, com aproximadamente 7 mil habitantes e localizada a aproximadamente uma hora de Dublin.

A pequena cidade de Trim

A cidade fica nas margens do Rio Boyne, é lá que estão as ruínas do Trim Castle.

O Rio Boyne

O imponente Castelo de Trim é uma magnífica estrutura do século XIII que apesar de estar em ruínas, nos dá a clara sensação das emoções vividas na sua época áurea. É um dos maiores castelos medievais da Europa. A sua construção data de 1220.

O Castelo de Trim

O castelo medieval, foi utilizado nas filmagens de Coração Valente, o clássico de Mel Gibson cuja história se passa na Escócia, mas muitas filmagens foram ambientadas em Trim, na Irlanda.

Detalhe do Castelo de Trim

Na grande área verde ao redor do Trim Castle, existe a ruína de uma torre espetacular, com paredes grossas de pedra, que fica do outro lado do Rio Boyne, como uma sentinela avançada para o castelo.

A magnífica Torre de Trim

Seguimos da cidade de Trim, por mais 44 km até a localidade onde fica o fabuloso sítio arqueológico de Brú na Bóinne, no Vale do Rio Boyne. Um enorme templo, muito bem preservado, que data de 8 mil anos antes de cristo.

Brú na Bóinne

Brú Na Bóinne é um importante complexo de pedras neolíticas, que faz parte de um grande conjunto de relíquias arqueológicas das ilhas britânicas e irlandesas, como Stonehenge e tantos outros. O local era utilizado para enterros e outras cerimônias religiosas.

Uma reprodução sobre Brú na Bóinne no período pré-histórico

Todos esses monumentos foram utilizados para a compreensão do ciclo das estações do ano, interpretando o movimento do sol e a influência que ele possui sobre a alternância das estações. A compreensão desse movimento do sol era vital para orientar os povos primitivos sobre os períodos de plantio e colheita agrícola.

A entrada do templo de Brú na Bóinne

Na chegada ao sítio arqueológico, fomos direto para o centro de visitantes, muito bem estruturado. De lá saem micro-ônibus para visitar as ruínas. Como a visita era demorada e tínhamos horário para devolver o carro em Dublin, optamos por ir até um mirante no interior de uma fazenda dos arredores, de onde se tem a melhor vista panorâmica de Brú na Bóinne.

A vista panorâmica do sítio arqueológico de Brú na Bóinne

https://www.youtube.com/watch?v=IHCNLPTm6kA

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Sobre joaquimnery

Joaquim Nery Filho é geógrafo, agente de viagens e empresário do showbusiness. Apaixonado por viagens e fotografia.
Esse post foi publicado em Eire, Irlanda e marcado , , , , , , , , , , , , , . Guardar link permanente.

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