Saímos às 6h para o nosso últimos safari em Botswana. Já tínhamos visto quase tudo. Quando os carros saem pela manhã, os guias/motoristas combinam estratégias, escolhem os caminhos e seguem adiante.
A gerente do Acampamento Duma Tau, Cara, uma canadense, pediu uma carona pois estava ali há algum tempo e tinha feito poucos safaris. Seguiu conosco.
Nas estratégias dos guias e para atender a um pedido de Cara, seguimos em busca dos leões. Não foi difícil para Name, bastava seguir as pistas. De vez em quando ele desligava o motor do carro para ouvir os sons da savana.
Ouvimos os gritos dos babuínos. Segundo Name é um alarme que eles emitem avisando sobre a presença dos leões.
Encontramos os leões. Dessa vez o grupo estava completo, eram 15 e eles deram um show.
Os leões se espalharam por uma grande área aberta, com árvores dispersas e ficavam acuando os babuínos sobre as árvores. Os babuínos, por sua vez gritavam e tentavam espantar os leões sem chance.
Ficavam de castigo sobre as árvores. De vez em quando um descia, saia correndo e subia na árvore vizinha, como se estivessem brincando de “quatro cantinhos”.
Os leões não estavam com fome. Aparentemente estavam só se divertindo com os babuínos.
Deixamos o grupo e seguimos adiante. Vimos um belo hipopótamo, se é que podem existir hipopótamos belos.
O nosso último encontro especial em Botswana foi com um Kori Bustard, a maior ave da região, já que por aqui não é comum a presença de avestruzes. O Kori Bustard pode chegar a 25 kg, é a maior ave voadora da África.
Paramos para um café no meio do safari a à tarde seguimos para o Zimbábue.

