VOLTANDO A CANCUN, 20 ANOS DEPOIS

03 e 04 de março de 2017

Programamos essa viagem com a Agência Via Alegria. O foco era descansar um pouco, após um carnaval intenso e de muito trabalho. Escolhemos Cancun e suas praias que emolduram um mar com “água” de piscina. Já tínhamos ido a Cancun antes. Essa seria a nossa terceira vez.

A Via Alegria foi quem nos ajudou com o roteiro.

Na pesquisa da melhor alternativa aérea, ficamos com um voo da Copa Airlines, uma companhia do Panamá, com saída de Belo Horizonte. O voo da Copa, faz conexão na Cidade do Panamá. No planejamento da viagem, vimos nisso uma oportunidade para incluir a Cidade do Panamá no roteiro e conhecer o famoso Canal.

A Cidade do Panamá

A viagem foi cansativa. Saímos de Salvador às 20:30h, pegamos um voo de uma hora e meia até Belo Horizonte. Fizemos uma conexão de três horas na capital de Minas e pegamos outro voo de sete horas até a Cidade de Panamá. Mais uma uma hora de conexão e seguimos para mais um voo de duas horas em direção a Cancun, no México. No total foram dez horas e meia de voo, mais quatro horas e meia de conexões.

A Copa AirLines tem boas opções de voos para Cancun.

Chegamos cansados e o Aeroporto Internacional de Cancun estava um caos. Havia um rigor excessivo na fiscalização das bagagens para os voos procedentes da América Latina, Todas as malas passavam por cães farejadores. Desde o avião, a companhia aérea nos informou que as malas poderiam demorar até uma hora para chegar nas esteiras. Depois que pegamos as malas, passamos por scanners e raio X, numa fiscalização redundante e ainda tivemos que apertar um botão onde alguns passageiros eram indicados para uma fiscalização manual mais rigorosa. Demos azar. Tivemos que abrir as malas para a fiscalização manual.

O Aeroporto Internacional de Cancun estava um caos.

O Aeroporto estava lotado. É o quinto maior da América Latina. Havia uma multidão chegando para o final de semana, um caos na saída do Aeroporto. Optamos por um táxi oficial e compramos o ticket ali mesmo. É a melhor maneira de sair da confusão. A partir daí relaxamos em direção ao hotel.

Pegamos um táxi oficial no Aeroporto.

Seguimos direto para o Hotel Riu Palace Península. Existem vários hotéis da bandeira Riu em Cancun. O nosso era o Riu Palace Península. O maior deles, muito bem localizado, perto do centro de lazer da cidade. Um grande resort All Inclusive, como muitos da orla de Cancun, na beira do mar e em frente a uma bela praia de areia branca.

A praia em frente ao Riu Palace Peninsula.

Cancun é um grande balneário turístico localizado na ponta da Península de Yucatan, no sul do México. Há 40 anos, não havia nenhuma infraestrutura turística no local. O governo do México criou linhas de incentivo para a implantação de uma rede hoteleira no local. Dezenas de grandes hotéis foram implantados aí e o México fez surgir um dos maiores destinos turísticos do Caribe. Quase todas as grandes redes hoteleiras do mundo possuem hotéis em Cancun.

Cancun, na ponta da Península de Yucatan.

A faixa hoteleira fica na Isla Cancun, um estreito istmo, entre a lagoa Nichupté e o Oceano Atlântico, onde a Avenida Kukulcan foi construída. São cerca de 23 km de grandes hotéis implantados em frente a uma praia espetacular de areia fina e branca e águas de um azul incrível, que atraem turistas do mundo inteiro.

Dezenas de hotéis na estreita faixa de terra do istmo de Cancun.

Como estávamos muito cansados da viagem, decidimos almoçar no hotel e descansar um pouco para começar a planejar o que fazer em Cancun. Descobrimos que o Riu Palace Peninsula possui excelentes opções de restaurantes. Sempre desconfiei de hotéis All Inclusive, pois o serviço de comidas e bebidas, deixam a desejar. O Riu Palace Peninsula, porém nos surpreendeu positivamente. Almoçamos ali mesmo, no excelente restaurante italiano Venezia do próprio hotel.

O Hotel Riu Palace Peninsula Cancun

Depois de descansar um pouco, fomos circular pelo hotel, paramos no lobby e passamos no centro de atendimento a turistas, onde programamos alguns passeios. Começaríamos no dia seguinte, com uma visita ao centro de lazer de Xcaret. Á noite, jantamos no excelente Restaurante Krystal, do próprio hotel, com um cardápio de comida gourmet. Aproveitamos o All Inclusive.

O incrível azul do mar de Cancun

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A PRAIA DO GUNGA

05 de janeiro de 2017

Como no Hotel Gungaporanga não tem praia, pegamos o carro e fomos passar uma parte do dia na Praia do Gunga, a 2 quilômetros dali. A Praia do Gunga é privativa, fica na ponta de uma fazenda de coco, em frente à Barra de São Miguel, no litoral sul de Alagoas. Existe um mirante na entrada que dá acesso à Praia do Gunga. As fotos lá de cima mostram a imensidão do coqueiral.

O coqueiral da Praia do Gunga

O acesso é pago e somente para quem vai de carro. Não existem caminhos próximos para quem vai a pé. Centenas de carros ocupam o estacionamento da Praia do Gunga e testemunham o sucesso do lugar. Daí é possível fazer passeios de buggy ou de quadricíclo.

O estacionamento confuso da Praia do Gunga

A sensação que tivemos não foi agradável. Apesar de pago, do ticket não ser barato e ser um sucesso de público, a infraestrutura deixa a desejar. Achamos tudo desorganizado e sem planejamento arquitetônico. Barracas feias, mesas velhas e estragadas. Não precisava ser assim.

Barracas feias e desorganizadas na Praia do Gunga.

O local parece, ou deveria ser, um verdadeiro parque de diversões à beira do mar. Aluguel de Jet Sky, Banana Boat, Paraglider, e outras delícias à beira mar, compartilham a diversão com uma praia maravilhosa. Águas paradas, mornas e mais profundas que na Barra de São Miguel possibilitam um banho de mar excelente.

Várias opções de lazer na Praia do Gunga.

Uma das opções de lazer, é um passeio de lancha, que pode ser feito de forma privativa ou em barcos coletivos. Alugamos um pequeno barco privativo e fomos dar uma volta na Lagoa do Roteiro, que na realidade é uma laguna conectada à Praia do Gunga.

Alugamos um barco para um passeio na Lagoa do Roteiro

A lancha nos levou a uma primeira parada, numa coroa no meio da laguna, que permite um excelente banho de mar, quando a maré está vazia. Era o que estava acontecendo naquele momento.

Um excelente banho de mar na Lagoa do Roteiro.

Seguimos bordejando a laguna e passamos embaixo das falésias sobre as quais fica o Hotel Gungaporanga. O terreno sedimentar da falésia deixa manchas coloridas na rocha exposta. É uma parada obrigatória para quem faz o passeio de barco, pois possibilita boas fotos.

As falésias da Lagoa do Roteiro com o Hotel Gungaporanga no alto.

O barco nos levou ainda aos recifes que separam a laguna do mar aberto. Aí, as pequenas piscinas naturais deixam expostos os peixes multicoloridos dos recifes e corais.

Peixes coloridos nas piscinas naturais da Praia do Gunga.

Fizemos ainda uma quarta parada numa pequena ilha que se forma quando a maré está vazia. Barracas são improvisadas em barcos, que atendem aos visitante ali mesmo, no meio da laguna. É possível tomar uma cerveja gelada, uma água de coco, ou mesmo se deliciar com uma lagosta bem preparada.

Barco restaurante no meio da Lagoa do Roteiro.

Voltamos para a Praia do Gunga, aproveitamos um pouco do banho de mar delicioso que existe aí e seguimos de volta para o Hotel Gungaporanga. Mais uma vez para aproveitar a tarde na piscina sobre as falésias.

A Praia do Gunga

Jantamos as três noites, no próprio restaurante do Hotel Gungaporanga, até porque a logística de sair para jantar é complexa, já que o hotel fica numa área isolada. Ainda bem que o restaurante é muito bom.

A bela vista da Praia do Gunga a partir do Hotel Gungaporanga.

06 de janeiro de 2017

A cidade de Penedo em Alagoas.

Em nosso planejamento original de viagem, estava previsto dormir em Aracaju, na volta para Salvador. Abortamos essa ideia e seguimos direto. Foram oito horas de viagem até Salvador. Voltamos pela mesma estrada. Litoral sul de Alagoas, atravessamos o Rio São Francisco na balsa de Penedo, pegamos a estrada pelo litoral sul de Sergipe e finalmente a Linha Verde e Estrada do Coco no litoral norte da Bahia.

No céu do Gunga.

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A PRAIA DO FRANCÊS E A BARRA DE SÃO MIGUEL

04 de janeiro de 2017

A primeira programação que fizemos nesse dia foi seguir até a Praia do Francês, localizada a aproximadamente 7 km do Hotel Gungaporanga, onde estávamos hospedados. É sempre importante observar que apesar do Hotel Gungaporanga ser excelente, ele não fica na beira da praia. É necessário pegar o carro e seguir até a Barra de São Miguel ou até a Praia do Gunga. No nosso caso, fomos um pouco mais longe, até a Praia do Francês.

A Praia do Francês.

A Praia do Francês fica a 20 km de Maceió, no Município de Marechal Deodoro, em Alagoas. É um antigo reduto hippie dos anos 70. Já tinha estado aí na década de 80, há mais de 30 anos. Tudo mudou desde então. O nome tem relação com o fato de ter existido aí, um porto de contrabando de Pau Brasil realizado por piratas franceses.

A Praia do Francês.

Hoje, a Praia do Francês é um local de veraneio e de destino sol e mar, bastante agitado. Mesmo não sendo final de semana, mas lembrando que era janeiro, a vila estava super-agitada. Milhares de pessoas nas praias. Fiquei bastante impressionado com a infra-estrutura. Dezenas de estacionamentos pagos, muitas pousadas e hotéis, restaurantes, lojas de artesanatos, etc. De todas as praias que visitei nessa “road trip” por parte do litoral nordestino, a Praia do Francês, é, de longe a de melhor infra-estrutura.

Uma grande infraestrutura na Praia do Francês

Circulamos pelo calçadão de piso intertravado de excelente qualidade. Dezenas de barracas de grande porte, na beira do mar nos convidam para participar daquela farra na praia. Foi inevitável, fizemos isso.

Artesanato na Praia do Francês.

Alugamos um pequeno catamarã privativo, um hobby cat 14, por apenas R$20,00 e demos uma volta próximo à barreira de corais. É uma outra forma de ver a praia. Dessa vez, pela lógica de quem está no mar.

Alugamos um catamarã e fomos passear no mar.

Depois de aproveitar um pouco da Praia do Francês, pegamos o carro e seguimos para a Barra de São Miguel. É a praia ao lado, a 5 km da Praia do Francês. Da mesma forma, a Barra de São Miguel também desenvolveu uma grande infraestrutura para o turismo. As grandes barracas de praia são o forte do lugar.

A praia da Barra de São Miguel

Seguindo as recomendações de um amigo de Maceió, fomos direto para a Barraca Praêro. A mais exclusiva da Barra de São Miguel.O acesso à Barraca Praêro é pago. Não é taxa de consumação. O ingresso não é barato e dá direito a usar a infraestrutura da barraca: sombreiros, colchões na areia, mesas na área do bar e restaurante e a um show de uma banda local. Quando fomos, o repertório era um remake de poprock nacional.

A Barraca Praêro.

A praia em frente é excelente. Como toda a área da Barra de São Miguel, o banho de mar é protegido por um extenso recife, que possibilita águas calmas e mornas. Ficamos por aí até o meio da tarde e voltamos para o Hotel Gungaporanga para aproveitar o fim de tarde na piscina.

A praia da Barra de São Miguel, em frente à Barraca Praêro.

A Barra de São Miguel sempre foi mais conhecida como ponte de embarque para a Praia do Gunga. Hoje, muitos visitantes preferem ficar por aí, aproveitando as águas quentes e paradas, sobretudo quando a maré está mais baixa.

A Barra de São Miguel

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DA PRAIA DOS CARNEIROS ATÉ O HOTEL GUNGAPORANGA

03 de janeiro de 2017

Acordamos cedo e decidimos andar pela praia de Tamandaré, antes de seguir viagem. Caminhamos durante uma hora. A maré estava cheia, a areia fofa tornava a caminhada mais difícil, mas mesmo assim aproveitamos bastante, pois a beleza do mar emoldurado pelo coqueiral de Tamandaré, compensava o esforço. Na volta, um excelente banho de mar em frente ao hotel.

A Praia de Tamandaré.

Deixamos Tamandaré e a Praia dos Carneiros, no litoral sul de Pernambuco, para trás e seguimos viagem em direção ao sul. O objetivo era chegar à Praia do Gunga, um pouco a sul de Maceió, em Alagoas. São 320 quilômetros de uma boa estrada, porém sinuosa, que fizemos em aproximadamente seis horas.

Pé na estrada rumo a Maceió

No caminho passamos pela região de Maragogi, no litoral norte de Alagoas, onde existe uma boa infraestrutura turística, com hotéis, pousadas e restaurantes, que atendem aos visitantes que vão se divertir nas famosas piscinas naturais de Maragogi.

A bela praia de Maragogi, no litoral norte de Alagoas.

Seguimos para o sul e decidimos sair da estrada principal, atendendo a uma dica de um amigo que mora em Maceió. A ideia era passar para conhecer a Praia de São Miguel do Milagres. Para isso desviamos o caminho e fomos em direção à Praia de Japaratinga. Uma bela surpresa. Mirantes no caminho nos presenteava com praias cada vez mais bonitas.

A vista do mirante da Praia de Japaratinga.

Nesse caminho por Japaratinga, precisamos pegar uma balsa para atravessar o Rio Manguaba, mas que não demorou muito.

A balsa que atravessa o Rio Manguaba em direção a Porto das Pedras.

Chegamos a Porto de Pedras, uma cidadezinha do litoral de Alagoas, que mantém um casario colonial autêntico e pequenas igrejas charmosas.

Igrejinha colonial em Porto das Pedras.

De Porto de Pedras seguimos para a famosa São Miguel dos Milagres. A ideia era apenas passar e fazer umas fotos, já que o nosso destino estava distante. Fizemos isso na lindíssima Praia do Marceneiro. Deu vontade de ficar, mas tínhamos que seguir viagem.

A Praia do Marceneiro em São Miguel dos Milagres. Deu vontade de ficar.

Passamos pela orla de Maceió e seguimos em direção ao litoral sul, que seria o nosso destino para o final do dia. Chegamos ao Hotel Gungaporanga. A expectativa já era grande e a chegada confirma o que esperávamos do hotel.

A piscina do Hotel Gungaporanga

O Gungaporanga fica logo depois da Barra de São Miguel (3 km), para quem vem de Maceió. Está localizado no alto de uma falésia, com vista para a Praia do Gunga e para a Lagoa de Roteiro, na Barra de São Miguel. A piscina do hotel, de borda infinita, parece que está pendurada na falésia e isso dá uma sensação maravilhosa na observação da paisagem.

A vista da piscina do hotel é incrível.

O hotel possui dez bangalôs dos dois lados da piscina. Todos os quartos têm a mesma vista. Um jardim bem cuidado completa a ambientação do hotel. O Gungaporanga não aceita crianças. Não é um lugar de baladas, muito pelo contrário, o ambiente é intimista e sossegado. Excelente para casais que queiram descansar ou em lua-de-mel.

O jardim do Hotel Gungaporanga

Fomos para a piscina, que é o melhor lugar do hotel. Nesse dia ficamos aí até o anoitecer. Deixamos para conhecer as praias no dia seguinte.

O Gungaporanga

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A PRAIA DOS CARNEIROS EM TAMANDARÉ

02 de janeiro de 2017

Depois de passar o réveillon em Cabo de Santo Agostinho (Pernambuco), chegou a hora de começar a viagem de volta para Salvador. Saímos pela manhã em direção à Praia dos Carneiros. São cerca de 90 quilômetros da Reserva do Paiva até Tamandaré, que fizemos em uma hora e meia. A cidade fica no litoral sul de Pernambuco, em meio a canaviais e uma pequena reserva de mata atlântica.

O coqueiral da Praia dos Carneiros

O coqueiral da Praia dos Carneiros

Ficamos hospedados no bom Hotel Baía Branca Beach Resort, em frente à praia de Tamandaré, numa localização espetacular, do tipo “pé na areia”.

O bom Hotel Baía Branca Beach Resort

O bom Hotel Baía Branca Beach Resort

Como chegamos no final da manhã, o nosso quarto ainda não estava disponível. Conseguimos com a recepcionista do hotel, uma reserva na última lancha que iria fazer o passeio de barco pelos canais da Praia dos Carneiros. Deixamos as malas na recepção e seguimos direto para o ponto de encontro, de onde saem os passeios. A Praia dos Carneiros é linda, o mar é calmo e com a maré vazia ela fica ainda mais especial.

A Praia dos Carneiros

A Praia dos Carneiros

Começou o nosso passeio de barco e fizemos uma primeira parada em frente à Igrejinha de São Benedito, em frente a um imenso coqueiral e que é o principal cartão postal da região.

A Igrejinha de São Benedito é o principal cartão postal da Praia dos Carneiros.

A Igrejinha de São Benedito é o principal cartão postal da Praia dos Carneiros.

Deixamos a Igrejinha para trás e seguimos em direção à foz do Rio Formoso, que deságua na Praia dos Carneiros. A presença da vegetação de mangue na foz do rio é uma atração à parte para os turistas.

Os passeios são feitos em lanchas pequenas ou em catamarãs.

Os passeios são feitos em lanchas pequenas ou em catamarãs.

Na sequencia, seguimos de barco até a Praia de Guadalupe, onde existe uma parada para banho de mar. A água é quente e cristalina. É aí em Guadalupe que acontece o famoso banho de argila. Os turistas adoram.

O famoso banho de argila na Praia de Guadalupe.

O famoso banho de argila na Praia de Guadalupe.

Seguimos adiante até as piscinas naturais. Se comparadas às de Maragogi e de Porto de Galinhas, as piscinas de Praia dos Carneiros são muito fracas, mas serve para complementar o passeio.

As piscinas naturais da Praia dos Carneiros não valem a pena.

As piscinas naturais da Praia dos Carneiros não valem a pena.

O passeio dura cerca de duas horas e possibilita banhos generosos, um deles na Praia da Coroa. Voltamos encantados para Tamandaré.

O bom banho de mar na Praia da Coroa.

O bom banho de mar na Praia da Coroa.

Tamandaré é a sede do município, possui uma área comercial típica de uma cidadezinha do interior. Casas de veraneio, barracas de praia e uma boa rede hoteleira completam as características da cidade.

Barracas de praia completam as atrações da Praia dos Carneiros

Barracas de praia completam as atrações da Praia dos Carneiros

Voltamos para o Hotel Baía Branca Beach Resort e fomos direto para a praia em frente. Descobrimos que essa, era ainda melhor que a de Carneiros. A Praia de Tamandaré foi a melhor que conhecemos nesse tour pelo litoral de Pernambuco, Alagoas e Sergipe. A água é de um azul caribenho e o mar é calmo com praias de areias brancas.

A excelente Praia de Tamandaré em frente ao nosso hotel.

A excelente Praia de Tamandaré em frente ao nosso hotel.

Á noite fomos ao excelente Restaurante Beijupirá, num local escondido na Praia dos Carneiros, que possui filiais em Olinda, na Reserva do Paiva e em Porto de Galinhas. O restaurante possui um cardápio único, com combinações de peixes e molhos exóticos.

Lembranças da Praia de Tamandaré.

Lembranças da Praia de Tamandaré.

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A RESERVA DO PAIVA EM CABO DE SANTO AGOSTINHO

30 de dezembro de 2016

Seguindo viagem pela costa do Nordeste, deixamos Maceió para trás e seguimos para Recife pela estrada que acompanha o litoral, passando por entre canaviais no norte de Alagoas e sul de Pernambuco. Foram aproximadamente 4 horas de viagem, percorrendo 230 quilômetros transitando pela AL 101 e depois pela PE 060. As estradas estão em bom estado, mas são cheias de curvas por causa das ondulações do relevo de morros dessa área próxima ao litoral de Pernambuco.

Deixamos Maceió para trás e seguimos viagem para Recife.

Deixamos Maceió para trás e seguimos viagem para Recife.

As praias dessa região do Nordeste são maravilhosas e por várias vezes ficamos tentados a parar para algumas fotografias. Fizemos isso na região de Maragogi, no norte de Alagoas. Água verde esmeralda e um mar encantador. A localidade possui uma grande infra-estrutura turística, com hotéis, pousadas, restaurantes, etc. Atrai muita gente dos dois estados, mas é nacionalmente conhecida pela presença das piscinas naturais.

A bela praia de Maragogi, no litoral norte de Alagoas.

A bela praia de Maragogi, no litoral norte de Alagoas.

Na realidade o nosso destino era a cidade de Cabo de Santo Agostinho, um pouco antes de Recife, onde ficamos hospedados e passamos o réveillon. Na chegada ao Cabo, paramos para aproveitar a bela paisagem a partir de um mirante sobre o mar.

O belo mirante em Cabo de Santo Agostinho, com Recife ao fundo.

O belo mirante em Cabo de Santo Agostinho, com Recife ao fundo.

Após quatro horas de viagem, chegamos ao nosso destino e ficamos hospedados no excelente Hotel Sheraton da Reserva do Paiva. À noite fomos jantar no bom Restaurante Pobre Juan do Shopping Rio Mar, em Recife.

Sheraton Reserva do Paiva - foto divulgação.

Sheraton Reserva do Paiva – foto divulgação.

 

31 de dezembro de 2016 e 1º de janeiro de 2017

Cabo de Santo Agostinho é uma cidade conurbada a Recife, fica na região metropolitana da capital de Pernambuco, perto de Porto de Galinhas. O Hotel Sheraton fica na Reserva do Paiva, um bairro novo na cidade. O bairro foi planejado, é moderno e possui uma infra-estrutura fantástica. Pistas para caminhada, ciclovias, escola, área comercial anexa e uma condição de moradia espetacular. Foi um projeto conjunto da Construtora Odebrecht com o grupo Brennand de Pernambuco.

O Cabo de Santo Agostinho está ali bem pertinho de Recife.

O Cabo de Santo Agostinho está ali bem pertinho de Recife.

Ali pertinho do Sheraton, fica o Condomínio Vila dos Corais, onde moram Fernanda e André e os meus netos André e Fernando. Para nós, o hotel era um excelente ponto de apoio, mas passávamos os dias no Vila dos Corais, onde existe uma excelente estrutura de lazer.

Área de lazer do Condomínio Vila dos Corais.

Área de lazer do Condomínio Vila dos Corais.

A praia é formada por um grande recife de corais. Quando a maré está vazia formam-se piscinas naturais com água morna e o banho é excelente.

As piscinas naturais da praia na Reserva do Paiva.

As piscinas naturais da praia na Reserva do Paiva.

Quando a maré está cheia, o banho não é recomendado pois a praia é habitat de tubarões. Os avisos sobre a presença de tubarões no mar estão por toda a extensão da areia.

Aviso de tubarões na Praia da Reserva do Paiva.

Aviso de tubarões na Praia da Reserva do Paiva.

Os recifes são interrompidos para uma larga praia aberta e com muitas ondas. Apesar da presença dos tubarões, os surfistas insistem em aproveitar as boas ondas da praia anexa à Reserva do Paiva.

Os surfistas continuam desafiando os tubarões na Reserva do Paiva.

Os surfistas continuam desafiando os tubarões na Reserva do Paiva.

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UM PASSEIO DE LANCHA PELA LAGOA DE MUNDAÚ EM MACEIÓ

29/12

Estávamos em Maceió e nos reunimos com um grupo de amigos que chegaram de Salvador para passar o Réveillon com Bell Marques. Fizemos uma programação conjunta. Antes de sair para um passeio de lancha, decidi tirar umas fotos na Praia de Pajuçara, que fica em frente ao nosso hotel, o Best Western Premier.

A Praia da Pajuçara

A Praia da Pajuçara

A Pajuçara é uma das mais importantes praias de Maceió. É de lá que saem as jangadas para as piscinas naturais. Um passeio imperdível. Quando a maré está baixa, podemos tomar banho com água na cintura. O mar é uma delícia, a água cristalina, cheia de peixes de corais e o local fica bastante animado.

As jangadas vão sair para o mar.

As jangadas vão sair para o mar.

Depois das fotos, seguimos até a marina da Lagoa de Mundaú para pegar uma lancha e fazer o passeio por entre os encantos da lagoa. A lagoa que possui uma área de aproximadamente 25 quilômetros quadrados, na realidade é uma laguna, pois possui contato com o mar através de muitos canais que acabam intercalando a formação de ilhas na beira mar.

A Marina da Lagoa de Mundaú

A Marina da Lagoa de Mundaú

Esse tipo de formação acontece próximo à foz de rios com grande quantidade de sedimentos. Os sedimentos depositados pelo Rio Mundaú, formaram as ilhas, ao longo do tempo geológico e as ilhas formaram a laguna.

A laguna tem canais de saída para o mar.

A laguna tem canais de saída para o mar.

Ao redor das ilhas, um grande manguezal acompanha toda a borda da laguna e faz a festa dos pescadores, pois a biodiversidade é imensa e as possibilidades de peixes, moluscos, crustáceos, etc., são muito grandes.

Os pescadores e o manguezal.

Os pescadores e o manguezal.

Ao todo, são nove ilhas que “fecham” a saída da laguna. A região é uma das grandes atrações turísticas de Maceió. Nas margens próximas à marina, aparece o bairro de Pontal da Barra, onde moram os pescadores e as famosas rendeiras de Maceió.

O bairro de Pontal da Barra

O bairro de Pontal da Barra

Seguimos bordejando a Lagoa de Mundaú, passamos por um dos canais de ligação com o mar e fomos até a Praia do Saco. Quando a maré está baixa é uma praia calma, pois está cercada de recifes, uma das características dessas praias no litoral a sul de Maceió.

A Praia do Saco

A Praia do Saco

Ficamos ali na Praia do Saco, tomando um banho de água morna, por mais de duas horas. Depois seguimos para um outro canal de ligação entre a laguna e o mar, onde aparece mais uma das praias desejadas por aqueles que passeiam pela Lagoa de Mundaú, a Prainha, com barracas que atende ao cliente até dentro d’água.

A Prainha

A Prainha

Passamos a tarde tomando banho de mar e provando as delícias da Prainha. Depois voltamos para Maceió, a tempo de descansar um pouco antes de sair para jantar no bom restaurante Alagoas by Anchaco, localizado no tradicional e reformado Hotel Jatiúca, o mais famoso de Maceió. Um ícone da cidade.

A Lagoa de Mundau

A Lagoa de Mundau

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ATRAVESSANDO O RIO SÃO FRANCISCO EM DIREÇÃO À FOZ

28 de dezembro de 2016

Decidimos seguir de Aracaju para Maceió, pela estrada que bordeja o litoral sul de Alagoas. O objetivo era conhecer a foz do Rio São Francisco, na divisa entre Sergipe e Alagoas. Seguimos 80 quilômetros pela BR 101, em Sergipe, até a SE 335, em direção a Santana de São Francisco, são mais 40 quilômetros até o rio. No caminho, chama a atenção as grandes plantações de coco de Sergipe.

Chegamos a Santana de São Francisco para atravessar o rio.

Chegamos a Santana de São Francisco para atravessar o rio.

A cidadezinha de Santana de São Francisco fica em frente a Penedo. Pegamos uma balsa e atravessamos o rio. Em Penedo chegamos a Alagoas. A cidade de Penedo foi fundada no século XVII. Possui um casario colonial charmoso, com igrejas e casarões dos século 17, 18 e 19. É um dos destinos turísticos do baixo São Francisco.

Atravessando o Rio São Francisco e chegando a Penedo.

Atravessando o Rio São Francisco e chegando a Penedo.

Seguimos de Penedo para Piaçabuçu, que é a cidade mais próxima da foz do Rio São Francisco. É de Piaçabuçu que saem os passeios de barco que levam à foz do rio. Chegamos tarde. Não conseguimos fazer o passeio, tivemos que nos contentar com a paisagem e a vista da foz, a 13 quilômetros de distância.

Piaçabuçu, a cidade mais próxima da Foz do Rio São Francisco.

Piaçabuçu, a cidade mais próxima da Foz do Rio São Francisco.

Passeamos um pouco pelo calçadão nas margens do cais de Piaçabuçu. É daí que saem os grupos para visitar a foz do Rio São Francisco. Vêm muitos turistas para fazer o passeio, sobretudo os passantes da estrada e outros vindos de Maceió. Dezenas de barcos coloridos, ancorados nas margens do rio, formam um belo visual.

Artesanato no calçadão em Piaçabuçu.

Artesanato no calçadão em Piaçabuçu.

A cidade de Piaçabuçu sofre hoje com a regularização da vazão das águas do Rio São Francisco, que surgiram com a construção da Barragem de Sobradinho. Nos períodos de seca mais prolongada, como a de 2016, a Barragem de Sobradinho diminui a vazão e portanto o rio perde a força de expulsão da água do mar. Quando a maré enche, o mar consegue entrar no rio e vai além de Piaçabuçu, deixando a água salobra e trazendo problemas de abastecimento para a cidade.

A Foz do São Francisco vista de longe.

A Foz do São Francisco vista de longe.

Deixamos Piaçabuçu para trás e seguimos para Maceió pela excelente estrada AL 101. São 140 quilômetros por entre plantações de coco e pertinho do mar, que de vez em quando aparece para deixar o trajeto ainda mais bonito.

A estrada para Maceió vai bordejando o litoral.

A estrada para Maceió vai bordejando o litoral.

Perto de Maceió paramos num mirante privativo na beira da estrada, é necessário pagar para ter acesso ao mirante. O Mirante do Gunga possui uma vista privilegiada do litoral de Alagoas, que dá as boas vindas ao estado para quem vem do sul.

A vista do Mirante do Gunga.

A vista do Mirante do Gunga.

Na base do mirante existe uma feirinha de artesanatos onde também se pode comprar alguma lembrança de Alagoas.

Artesanato no Mirante do Gunga

Artesanato no Mirante do Gunga

Chegamos a Maceió e fomos direto para o bom Hotel Best Western Premier, localizado na Praia de Pajuçara, em frente ao mar e a um calçadão maravilhoso. É daí da Pajuçara que saem os passeio de jangada para as piscinas naturais. Todo turista que vai a Maceió precisa fazer esse tour. É excelente. É preciso ficar atento ao movimento das marés, pois as jangadas só realizam o passeio nos momentos da maré baixa.

O Hotel Best Western Premier

O Hotel Best Western Premier

À noite fomos jantar no excelente restaurante Maria Antonieta. Possui um salão grande, muito bem decorado e o cardápio italiano é muito bem preparado.

As jangadas da Pajuçara

As jangadas da Pajuçara

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A ORLA DA PRAIA DE ATALAIA EM ARACAJU

28 de dezembro de 2016

Começamos o segundo dia da nossa “road trip” pelo litoral do Nordeste, com uma deliciosa caminhada na orla de Aracaju, que está muito bem cuidada. Dezenas de pessoas na cidade fazem o mesmo todos os dias. Em frente à Praia de Atalaia existem muitos hotéis. O nosso ficava um pouco distante. Pegamos o carro e fomos para lá. Muito fácil para estacionar.

A Orla da Praia de Atalaia

A Orla da Praia de Atalaia

Aracaju é a menos populosa das capitais nordestinas, com aproximadamente 650 mil habitantes em 2016. A orla impressiona pela beleza e pela quantidade de equipamentos que dispõe. São quilômetros de ciclovias e passeios largos, com muitos espaços de lazer para a família. Espaço infantil, restaurantes, praças para atividades físicas e muito mais.

Espaço infantil na Orla de Aracaju

Espaço infantil na Orla de Aracaju

A Orla fica em frente à Praia de Atalaia e é um dos pontos mais frequentados e fotografados pelos turistas que vão para a cidade. É um grande centro de entretenimento e lazer. A parada principal para a fotografia é em frente ao nome da cidade. Aí também ficam os arcos que foram construídos para marcar a fundação da orla de Atalaia. Os maiores possuem 10 metros de altura.

O marco principal da Orla de Atalaia

O marco principal da Orla de Atalaia

Na Orla da Atalaia existe uma infra-estrutura completa de lazer, com quadras poli-esportivas, campos de futebol, quadras de tênis, pista de skate, paredes de escalada, área para piqueniques, lagos para canoagem e pedalinhos, praça de eventos, centro de artesanato, além de uma sede do Projeto Tamar. Os sergipanos consideram a sua orla como a mais completa do Brasil.

Lagos compõem o paisagismo da orla.

Lagos compõem o paisagismo da orla.

Para o acesso à praia existem grandes passarelas de madeira que levam até a areia. A Praia de Atalaia é extensa e a água é quente. O mar é um pouco escuro, em função da grande quantidade de água doce que deságua aí perto, através do Rio Sergipe.

Extensas passarelas de madeira dão acesso à praia.

Extensas passarelas de madeira dão acesso à praia.

Na caminhada passamos em frente ao Monumento aos Formadores da Nacionalidade, construído para homenagear alguns personagens importantes da história do Brasil. Estão representados aí, Joaquim José da Silva Xavier (o Tiradentes), Zumbi dos Palmares, Dom Pedro II, José Bonifácio de Andrade e Silva, Joaquim Nabuco, Princesa Isabel, Duque de Caxias, Barão do Rio Branco, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, entre outros.

Esculturas de bronze de personagens da história do Brasil

Esculturas de bronze de personagens da história do Brasil

Existem outras esculturas na orla. No Espaço de Convivência Cultural, perto da praça dos arcos, aparecem estátuas de bronze de alguns cidadãos importantes para a cultura sergipana, como Tobias Barreto, filósofo e escritor e Horácio Hora, importante pintor do Romantismo brasileiro.

Esculturas em homenagem a cidadãos sergipanos importantes.

Esculturas em homenagem a cidadãos sergipanos importantes.

Depois da caminhada, voltamos ao hotel para o café-da-manhã e em seguida, partimos com destino a Maceió.

A Orla de Aracaju

A Orla de Aracaju

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PARADA NO POVOADO DE BAIXIO, A CAMINHO DE ARACAJU

27 de dezembro de 2016

Escolhemos passar o Reveillon 2016/2017 em Recife. Decidimos fazer uma “Road Trip” pelo litoral do Nordeste saindo de Guarajuba, pela Estrada do Coco, que tem continuação na Linha Verde na Bahia e seguimos para Aracaju. No planejamento inicial, deveríamos passar no caminho, em duas praias “especiais”, antes de chegar a Aracaju.

Uma "Road Trip" no litoral do Nordeste

Uma “Road Trip” no litoral do Nordeste

A partir da Praia do Forte, no quilômetro 54 da BA 099, a estrada deixa de ser conhecida como Estrada do Coco e passa a ser chamada de Linha Verde. A estrada é excelente, bem sinalizada e administrada pelo consórcio CLN.

Estrada do Coco e Linha Verde

Estrada do Coco e Linha Verde

Seguimos pela Linha Verde até o quilômetro 123, onde aparece o acesso para o Povoado de Baixio. Daí são mais 7,5 quilômetros de uma boa estrada asfaltada, até o povoado. Na chegada, uma linha de coqueiros delimita e enfeita o caminho.

A chegada ao Povoado de Baixio.

A chegada ao Povoado de Baixio.

Decidimos entrar no Povoado de Baixio, impactados pelas campanhas publicitárias dos lançamentos imobiliários que estão sendo implantados aí. Belas imagens na propaganda da TV e nas campanhas de out-door. Achávamos que Baixio era um paraíso, com belezas naturais incríveis. A entrada no povoado é a primeira decepção. A sensação que tivemos é de que o povoado é simples e sem charme, sem nenhuma infraestrutura e com uma praia razoável, mas muito inferior a outros destinos da Estrada do Coco, como Guarajuba, Arembepe, Praia do Forte ou Imbassahy.

Igrejinha do Povoado de Baixio

Igrejinha do Povoado de Baixio

As lagoas que existem aí possuem nascentes próprias, são famosas pela cor azul que assumem em determinadas épocas do ano, sobretudo nas épocas chuvosas. Nesse período, porém, estão com um volume menor de água e ficam barrentas e com forte cheiro do manguezal. Não possuem a beleza que vimos nas propagandas da TV.

A praia de Baixio.

A praia de Baixio.

Fomos até a praia, que é agitada, mar aberto, com muitas ondas. A água não é cristalina, pois sofre forte influência do Rio Inhambupe que deságua aí perto. O Baixio é uma área de natureza intocada e bucólica, com um povoado bem simples. Não era isso que estávamos procurando. Desistimos de Baixio e seguimos viagem para Aracaju.

A praia de Baixio.

A praia de Baixio.

A Linha Verde segue até o quilômetro 190, na divisa com Sergipe. A partir daí pegamos a SE 100, que segue bordejando o litoral até Aracaju. Chegamos a Aracaju pela praia do Mosqueiro, onde começam as grandes barracas de praia da cidade. Paramos na Barraca Parati, que havia sido recomendada por um amigo.

A péssima Barraca Parati

A péssima Barraca Parati

A Parati é uma barraca de grande porte, mas o serviço estava péssimo. Atendimento ruim e o almoço intragável. Devolvemos o prato que pedimos e seguimos com fome para Quality Hotel de Aracaju. Um bom hotel com uma boa localização. Fica dentro de estacionamento do Shopping Riomar, na Coroa do Meio.

A Praia Parati em Aracaju

A Praia Parati em Aracaju

Saímos á noite para jantar no excelente Restaurante Muratto. Valeu a pena e apagou parcialmente a péssima impressão da Barraca Parati.

A Praia de Baixio

A Praia de Baixio

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