14 de maio de 2024
Os safaris começam pela manhã bem cedo
Os Safáris fotográficos nas reservas privadas da África do Sul, começam pela manhã, bem cedo. Acordamos às 5h, encontramos com o grupo. Em nosso caso eram mais dois casais de australianos, a nossa guia Ranger (Queen) e o Tracker (Anton). Às 5h30 saímos num veículo 4×4, aberto, para aproveitar a temperatura mais amena do dia, ao nascer do sol. Logo na saída do lodge, uma carcaça de búfalo nos mostrava o que poderíamos encontrar pela frente.
Na caçada dos leões
Seguimos as primeiras pegadas de leões adultos. O tracker, vai sentado numa cadeirinha no para-choques do carro 4X4 identificando os caminhos por onde os leões seguiram. Meia hora depois os encontramos. Eram dois machos que estavam descansando na relva. Ficamos por ali um tempão admirando aqueles animais espetaculares. Depois seguimos adiante pois a savana estava nos esperando.
Kudus
Vimos um grupo de Kudus. Uma fêmea adulta e um macho que a nossa guia estimava ter mais de 7 anos. O que ela nos ensinou era que quando a ponta do chifre do Kudu macho está voltada para a frente, ele tem mais de sete anos e esse era o caso do nosso Kudu.
Girafas
Na sequência do safari, fomos para o meio de um bando de girafas. Eram muitas. Se alimentavam das folhas das árvores maiores.
Impalas e zebras
Ainda pela manhã, encontramos impalas e zebras.
Leões
Voltamos a encontrar leões deitados na relva e concluímos esse safari sem grandes emoções nem momentos épicos.
Um safari a pé
Na volta para o lodge, emendamos o programa com um safari a pé. Eu segui com os dois casais de australianos, a guia Queen e o Tracker Anton. Mônica ficou no lodge. O safari a pé é uma emoção diferente, que nunca tinha experimentado. Dá um pouco de medo, pelo caráter inusitado e pela exposição ao risco. Claro que esse risco é controlado e os guias sabem disso, mas estamos na natureza selvagem e tudo pode acontecer.
A proteção na entrada dos lodges
Logo na saída da área restrita do Sabi Sabi Little Bush Lodge, existe uma passagem com piso eletrificado, uma espécie de “mata-burros”. No meio do caminho, uma cobra coral não resistiu à carga elétrica e estava morta na passagem.
Caminhando pela savana
A caminhada fica restrita a uma área ao redor do acampamento. Não vimos nenhum animal mais importante, mas o clima de emoção e a adrenalina liberada pela exposição ao risco, compensa o safari. A guia Queen nos protegia com um rifle poderoso e uma grande experiência nos safaris da Reserva Privada Sabi Sand.
Pegadas e fezes compõem as trilhas
O que houve de mais importante no safari a pé foi aprender um pouco mais sobre a vegetação e sobre os sinais deixados pelos animais na savana. Pegadas e fezes compõem as trilhas.
Um safari à tarde
Voltamos para o lodge, almoçamos e no final da tarde saímos para o quarto safari na Reserva Privada Sabi Sand. Fizemos um safári ao pôr do sol em um veículo 4×4 aberto, com o mesmo grupo que estava nos acompanhando. Começamos vendo impalas e Kudus.
Martim-pescador e Galinhas d’angola
Nesse safari, vimos também alguns pássaros coloridos, como Martim-pescador e aves com Galinhas d’angola.
A savana da Reserva Sabi Sand
A savana da Reserva Sabi Sand é mais aberta que a da Reserva Kapama, de onde tínhamos vindo, por esse motivo, os safaris são mais proveitosos e á possível ter uma maior visualização dos animais.
Um brinde ao pôr-do-sol
Fizemos um brinde ao pôr-do-sol com direito a uma mesa decorada no meio da savana.
Jantando ao redor da fogueira
Voltamos para o Sabi Sabi Little Bush Lodge e após um banho relaxante, jantamos ao redor de uma fogueira, como é feito nas principais reservas der safaris fotográficos da África. O menu foi carne de Impala e rabada.
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