No início da tarde pegamos um voo, num avião pequeno, em direção a Kasane. Uma cidade ainda em Botswana, perto da fronteira com o Zimbabwe. O voo foi maravilhoso, lembra aquela cena antológica do filme “Entre Dois Amores”.
No trecho entre Duma Tau e Kasane passamos por uma área com imensos alagados e pastagens. Foi, até aqui, o melhor voo da viagem. Cometi um erro terrível para quem gosta de fotografar. Deixei a máquina fotográfica na mala. Um erro imperdoável. As imagens ficam na memória, mas infelizmente não podemos dividir.
Fiz fotos com o celular. O Rio Zambeze, que vem de Zâmbia, se abre em imensos canais, formando uma imagem maravilhosa. É lindo.
Lá de cima vimos uma enorme manada de búfalos, seguramente mais de mil animais e também alguns grupos de elefantes.
Chegamos a Kasane, fizemos uma conexão num avião menor ainda, saímos de Botswana e seguimos para Victoria Falls, o nosso destino no Zimbabwe.
Mais um show lá do céu. Vimos a grande catarata, aí sim, já com a máquina na mão. Nessa viagem que fizemos à África, tínhamos como objetivos, os safaris de Botswana e da Namíbia, além de conhecer a catarata de Victoria Falls, a maior do mundo.
O Rio Zambeze vem de Zâmbia, se abre num grande canal e cai de um precipício de 171m de altura, formando a Catarata de Victoria Falls, a mais alta catarata do mundo. Um espetáculo maravilhoso da natureza. Só do alto temos uma visão completa da sua formação.
O piloto do nosso avião (Paul), um sul-africano que trabalha nesses voos de curta duração entre o Delta do Okavando e o Zimbabwe, foi um verdadeiro guia turístico. Fez um sobrevoo na catarata que possibilitou belas fotos. Deu a volta, passou mais uma vez ao lado da gigante e seguiu adiante para o aeroporto.
Chegamos ao Zimbabwe e fomos para a cidade de Victoria Falls, onde ficamos hospedados no hotel The Kingdom at Victoria Falls. Um grande e bom hotel/cassino, com estrutura de resort.

