No segundo dia de visita ao Zimbábue, fomos conhecer de perto a “Nuvem Trovão”, esse é o nome que os nativos dão à Victória Falls, em função da grande quantidade de água que sobe da Catarata.
O primeiro homem branco a conhecer a Victória Falls foi David Livingstone, o maior explorador do continente africano. Linvingstone era um missionário inglês, passou boa parte da sua vida catequizando tribos primitivas na África. Atravessou o Rio Zambeze de Angola até Moçambique e descobriu a gigante catarata que deu o nome de Victória em homenagem à Rainha da Inglaterra.
Para visitar as cataratas precisamos levar capas de chuva, pois o grande volume de água que sobe da garganta provoca uma “chuva” contínua e intensa.
A Victória Falls possui 99m de altura no seu ponto principal e 1.708m de extensão. A Catarata cai numa garganta que corta a rocha. No seu ponto mais estreito a garganta possui apenas 13m de largura. Lá de cima é impossível não lembrar de Tarzan, na época em que Johnny Weissmuller pulava lá do alto e sobrevivia.
No Parque Nacional de Victória Falls existe um caminho que acompanha a borda da Catarata. A sensação de estar ao lado da gigante é maravilhosa. Uma garganta profunda se abre e reagrupa a água numa força espetacular.
Chegamos perto da Ponte Victoria Falls, que liga Zâmbia ao Zimbábue, é uma obra de engenharia espetacular, ela passa sobre a Garganta do Zambeze onde acontecem os raftings mais radicais do mundo.
Lá de cima da ponte existe um bungee jumping com 120m de altura. Os amantes da aventura chegam pertinho dos crocodilos que infestam o Rio Zambeze.
Após a visita ao Parque Nacional de Victória Falls, voltamos ao hotel, fomos a um mercado de artesanato. Tudo muito precário, apesar dos bons produtos expostos. Produtos feitos em pedra, verdadeiras obras de arte.
Passamos o resto do dia no hotel.

