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GRAND CANYON – 30 ANOS DE ESPERA

Desde que comecei a dar aulas de geografia me apaixonei pelas imagens do Grand Canyon. Foram 30 anos de espera para finalmente realizar o sonho. Acordei em êxtase, na expectativa de chegarmos logo às margens do paredão.

O primeiro encontro com o Grand Canyon

Tínhamos a informação de que as temperaturas de verão por aqui eram muito altas, e por algumas vêzes pensamos em desistir e tirar o Grand Canyon do roteiro. Esperávamos acordar com uma temperaturas de 46 graus, mas tivemos uma surpresa. A manhã estava fria (16 graus), o que ajudou o grupo, pois sabíamos que iríamos ter um dia bastante cheio.

O Grand Canyon

Tive uma única e rápida experiêcia com o Grand Canyon em 1997, quando saimos de Las Vegas e sobrevoamos de helicóptero a região. A sensação do helicóptero caindo no Canyon, ouvindo músicas de filmes de ação, tinha sido inesquecível, porém muito rápido e não era a área mais importante do Parque.
Agora seria diferente. Íamos visitar o “coração” do Grad Canyon.

O “coração” do Grand Canyon

Três são as áreas principais de visitação do Parque: O North Rim (Margem Norte), a área menos visitada do parque. Apenas 10% dos visitantes do Grand Canyon vão a essa área. O West Rim (Margem Oeste), área administrada pelos índios Hualapai, cuja maior atração é o Skywalk (uma ponte de vidro que permite ao visitante caminhar sobre o despenhadeiro).

A vista do Canyon a partir da Margem Sul

A área mais importante de visitação do Parque é o South Rim (Margem Sul) e era para lá que estávamos indo.

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