18 de outubro de 2013
Nesse dia maravilhoso e denso em Pequim, seguimos no início da noite para a Rua do Mercado Noturno (Mercado de Comidas Exóticas), esse era um dos locais que tínhamos mais expectativa em conhecer na China.
O Mercado é fantástico, autêntico e reúne uma multidão, todos os dias. A maioria dos visitantes são chineses, residentes ou não em Pequim. Vão para o Mercado degustar a infinidades de guloseimas e comidas exóticas que são oferecidas aí.
Vimos escorpiões vivos sendo vendidos em espetinhos. O cliente pede e os escorpiões são preparados na hora. São fritos e come-se como um tira-gosto muito saboroso.
A imensa população da China, de 1,5 bilhões de habitantes, fez com que o chinês aprendesse a comer qualquer tipo de proteína, portanto no Mercado de Comidas Exóticas se prepare para degustar, ou para pelo menos fotografar as pessoas comento: escorpião negro, escorpião vermelho, pombos, filhotes de passarinhos, cigarra, lagarto, cobra, grilo, cavalo marinho, estrela do mar, filhotes de peixes, frutas, etc.
Pelos corredores apertados do Mercado Noturno existem, também, lojas de artesanato, e de produtos falsificados.
Numa das transversais da Rua das Comidas Exóticas existem vários restaurantes pequenos e autenticamente chineses que prepara as comidas adquiridas ali mesmo no meio da rua. A maioria dos clientes são chineses, mas é possível ver alguns ocidentais se “aventurando” em saborear aqueles manjares orientais.
No final do Mercado flagramos uma excelente performance de um artista de rua, travestido apresentando uma maravilhosa Ópera de Pequim. Complementava perfeitamente o cenário exótico que nos remete aos filmes de “Indiana Jones”.
Seguimos daí com fome, poucos de nós se aventuraram a experimentar as comidas exóticas do Mercado Noturno de Pequim. Fomos Jantar num restaurante chinês, mais uma vez de qualidade ruim, onde serviram um Pato Laqueado, o prato mais típico de Pequim e o preferido dos nobres chineses a mais de 700 anos.
Normalmente o Pato Laqueado é preparado num fogão a lenha que pode utilizar madeira de árvores frutíferas, como tâmara ou pêssego. Os patos ficam em contato direto com o fogo até ficarem prontos, quando adquirem uma coloração dourada.

