A Ásia é um mosaico de culturas milenares. Um paraíso de etnias, rostos e cores. A Índia concentra todas essas características. Um país protegido geograficamente pelas montanhas e pelo mar, com vales férteis e uma cultura plural, mas única.
O que mais me impressionou na Índia foi a religiosidade do seu povo. A força da fé e o credo em absolutamente tudo. Essa fé tem a sua maior expressão nas Gates de Varanasi, onde o Ganges é um Deus e os fiéis purificam a alma.
Os Palácios de Jaipur são testemunhos da riqueza dos marajás. Possuem uma arquitetura imponente. O Taj Mahal é um monumento ao amor. Uma das maravilhas do Mundo Moderno e símbolo da cidade de Agra, no Rajastão.
Um dos lugares que mais me impressionou na Índia foi o conjunto de Templos de Kajuraho, delicadamente esculpidos por milhares de cenas eróticas que caracterizavam a vida medieval no país.
Outro momento enigmático é o encontro com os Sadhus do Nepal, os Homens Santos do hinduísmo.
Em Bangkok, na Tailândia, tive a oportunidade de fotografar os templos dourados, o Buda de Ouro e o Mercado Flutuante Damnoen Saduak.
Em Luang Prabang, no Laos, centenas de monges, enchem as ruas de um colorido vivo, que se completa com os mercados locais.
Quando fui à China, pela primeira vez, escolhi a Província de Yunam. Lugar aonde poucos vão. O que me atraiu foi a possibilidade de conviver com os Bai, os Dai, os Naxi, os Moso e tantas outras minorias étnicas do país. Cidades surpreendentes, como Lijiang e as fabulosas feiras de Dali e de Shaxi.
Na segunda viagem à China fui para onde todos vão. Consegui boas fotos dos Guerreiros de Terracota de Xian e na Rua das Comidas Exóticas de Pequim.
No Japão, os grandes budas e o Templo Dourado de Quioto completam o mosaico asiático.

