No quarto dia em Gramado saímos em direção à vizinha Canela. São cidades conurbadas, ficam distantes 8 km uma da outra. No meio do caminho a estrada é bastante ocupada por um comércio intenso, onde destacam-se as lojas de chocolate.
Paramos no Casa a Vapor. Mais uma atração do complexo Gramado/Canela. Um centro de visitações onde é possível conhecer maquetes sobre funcionamento da máquina a vapor para as mais diversas funções. Com muita chuva e frio e sem outras opções ao ar livre, vale a pena.
O dia não ajudava muito. Frio intenso, chuva e sobretudo muita neblina, com pouca visibilidade. Ficamos sem opções de visitação. Demos uma volta por Canela, passamos na igreja de pedra que enfeita a cidade e seguimos.
Canela, em qualquer outro lugar seria considerada uma cidade muito charmosa, mas na sombra da vizinha Gramado fica em segundo plano e perde em atrações, apesar de os principais parques ficarem por aí. A vegetação mais comum na região da Serra Gaúcha é a Mata de Araucária (Pinheiro do Paraná). Uma floresta de coníferas típica da região sul do Brasil.
Seguimos para o Parque do Caracol, onde fica a cachoeira do mesmo nome. O Parque tem uma boa infraestrutura, com teleférico, elevador panorâmico, lojas de artesanato local e outras atrações. O sucesso, porém fica para a Cachoeira do Caracol, que cai a 110m de altura e nessa época do ano está com um volume de água muito bom. A neblina intensa prejudica a visitação, mas mesmo assim valeu a pena.
Voltamos para Gramado e fomos almoçar na Cantina Di Cappo. Um bom italiano inaugurado a pouco tempo.
Á tarde fomos até uma fábrica de cristais, mas não vimos nada de interessante e depois voltamos ao hotel.
Jantamos no Hotel Saint Andrews, com um excelente cardápio e atendimento de primeira.

