No caminho entre Granada e Córdoba a paisagem é árida, como toda a Meseta Espanhola. O destaque fica para as plantações de oliveiras que dominam as colinas.
Outro destaque fica para os “Pueblos Blancos”, vilarejos de casas caiadas, comuns à região. A cor branca reflete a luz do sol e com isso ameniza o calor no interior das casas, nessa região de verão tão intenso.
A cidade de Córdoba foi uma das mais importantes da Europa durante a ocupação dos mouros na Penísula Ibérica. A cidade fica numa curva acentuada do Rio Guadaquivir, onde uma antiga ponte romana testemunha o passado da cidade.
As ruínas romanas aparecem em vários pontos da cidade, em forma de colunas e outros vestígios.
O coração da cidade é o Bairro Judeu, com ruas estreitas e que preserva uma áurea nostálgica e medieval.
O maior destaque da cidade é a Grande Mesquita de Córdoba, construída a mais de 1.200 anos e que é um dos maiores símbolos do poder do Islã na Península Ibérica. A imagem da parte interna da Mesquita é impressionante. Mais de 850 colunas de granito, jaspe e mármore sustentam o teto, algumas foram retiradas de edifícios romanos e visigodos.
A Mesquita foi construída no século VIII. Foi transformada em catedral a partir do século XVI, com a expulsão dos mouros pelos reis católicos, a partir daí, existiram várias interferências arquitetônicas e na decoração, misturando estilos cristãos aos muçulmanos já existentes.
Na fachada principal impera a Torre del Aminar, um campanário com 93m de altura, que foi construído no local de um antigo minarete. Do alto da torre se tem uma bela vista da cidade.

