A cidade de Granada fica no coração da Andaluzia. Foi a primeira cidade da Espanha ocupada pelos mouros, ainda no século VIII e assim permaneceu até o século XV (1492), quando foi conquistada pelos reis católicos.
Granada foi um centro de cultura importante durante a ocupação moura. A convivência de muçulmanos, católicos e judeus, impulsionaram a cidade, onde artesãos, mercadores, cientistas e eruditos se misturavam com facilidade. Essa característica deixou para Granada um legado cultural e arquitetônico espetacular.
No bairro de Albaicín é onde mais se sente a influência moura em Granada. A maioria das igrejas, ocupam hoje o lugar que no passado foi das mesquitas.
No verão a cidade, como toda a Andaluzia é muito quente. Nas ruas estreitas do centro são colocados toldos para amenizar os efeitos do calor.
O maior tesouro de Granada é o Palácio de Alhambra, um dos mais impressionantes monumentos mouros da Europa. Em Alhambra, a magia da arquitetura mourisca mistura luz, água e decoração sofisticada.
No centro do Palácio de Alhambra fica o Palácio del Partal, o edifício mais antigo do complexo arquitetônico.
O Palácio foi construído pela dinastia násrida que governou Granada. Alhambra usou materiais baratos, mais ricamente trabalhados pelos artesãos mouros.
SALA DE LOS ABENCERRAJES – O PADRÃO GEOMÉTRICO DO TETO FOI INSPIRADO NO TEOREMA DE PITÁGORAS
Uma das áreas de destaque de Alhambra é o “Pátio de los Leones”, um pátio cercado por 124 colunas e no centro aparece a fonte que se apóia em 12 leões de mármore.
A norte do Castelo de Alhambra aparece o Generalife, um castelo menor com belíssimos jardins e muitos canais. O Generalife foi a propriedade de campo dos reis náridas. O nome significa “O Jardim do Paraíso Elevado” e traduz bem a beleza do local.
PÁTIO DE LA ACEQUIA NO GENERALIFE – JATOS DE ÁGUA ENFEITAM A LONGA PISCINA

