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Joana D’Arc, a heroína francesa que virou Santa

Deixamos Giverny e seguimos para Rouen, localizada nas margens do Rio Sena. A cidade foi bastante castigada na Segunda Guerra Mundial, mas preservou o seu maior patrimônio, a Catedral Gótica de Notre Dame. A Catedral de Rouen serviu de estudos para Monet, na última década do século XIX, que fez vários desenhos acompanhando as mudanças da luz em momentos diferentes na fachada da Catedral.

A fachada da Catedral de Rouen retratada por Monet.

A outra atração de Rouen é o fato de ter sido aqui, na Praça do Mercado, que Joana D’Arc, foi queimada viva em 1431. Hoje, depois de canonizada e se tornar a Santa Joana D’Arc, ganhou uma Praça e uma Igreja na cidade.

Joana D’Arc, a heroína francesa que virou santa.

Joana D’Arc é a maior heroína francesa. Jovem guerreira, foi decisiva para expulsar os ingleses do território francês na Guerra dos Cem Anos. Atendendo a “chamado divino”, ela liderou a defesa do confuso e frágil Rei Carlos VII, que quase perde a França para uma aliança anglo-borgonhesa.

Estátua de Joana D’Arc em Paris – A heroína da França.

Joana convenceu Carlos VII a permitir que ela assumisse a liderança das suas tropas e partiu para cima dos ingleses, resgatou a auto-estima da França, vencendo os ingleses em Orleans e coroando Carlos VII em Reims. Em 1430 foi presa e entregue aos ingleses que a condenaram por bruxaria. A pena foi a morte queimada na fogueira em Rouen em 1431, aos 19 anos de idade.

Local onde Joana D’Arc foi queimada viva.

Na Praça Joana D’Arc, hoje existe o mercado público da cidade.

O mercado de Rouen na Praça Joana D’Arc.
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