Já há algum tempo a imagem de Londres lembra um pouco Notting Hill, em função do filme Um Lugar Chamado Notting Hill, com de Julia Roberts e Hugh Grant. Se tornou um programa imperdível. Saímos do hotel, pegamos um metrô na Lancaster Gate e seguimos até a estação de Notting Hill Gate.
O programa é melhor ainda se acontece aos sábados, quando uma feira popular se instala na Portobello Road, uma das principais ruas do bairro e que foi bastante explorada no filme. Na feira da Portobello Road tem de tudo.
Hoje, quem visita Londres precisa conhecer Notting Hill. Quando saímos do buraco do metrô, o bairro já impressiona perlo colorido das casas e dos conjuntos residências. No início aparecem barracas de artesanato, depois vêm roupas, camisetas com frases criativas, frutas, verduras, CD’s, etc.
A todo momento aparecem artistas de rua animando os visitantes, turistas ou não. Aliás, em Portobello Road, todos nós nos sentimos um pouco como os artistas.
Acho que o que nos anima mesmo em vir aqui é a ilusão de que vamos nos encontrar com ela: Ana Scott (Julia Roberts), ou quem sabe com ele: Willian Thacker (Hugh Grant). Nenhum outro filme marcou tanto um lugar quanto Um Lugar Chamado Notting Hill. Encontramos a livraria em que Willian Thacker trabalhava. Foi inevitável bater uma foto no lugar.
À noite fomos a mais um restaurante premiado pelo Michellin: o L’Atellier de Joey Robouchont, que possui 2 estrelas no famoso guia gourmet. O restaurante é um teatro para os sentidos. Nos sentamos num balcão, de frente para a cozinha aberta e pedimos o menu degustação. Dali podemos observar todos os passos dos chefes e dos seus ajudantes. Maravilhoso em todos os sentidos, inclusive no serviço.

