Saímos de Rotorua e seguimos para o sul. Como existiam no caminho outras atrações na região geotermal, fizemos paradas por estas áreas.
A 16km de Rotorua fica o Hell’s Gate, que é famoso pela violência da atividade vulcânica. Existem boas trilhas na região e lamas fumegantes e o mesmo cheiro de enxofre que acompanha toda a região.
Aí em Hell’s Gate, no Wai Ora Spa, foi possível arriscar um treinamento no entalhe artesanal dos maoris.
Saímos da região de Rotorua e seguimos viagem pela Ilha do Norte. O próximo destino era Taupo, nas margens do lago que leva o seu nome. Taupo é o maior lago da Nova Zelândia e surgiu como consequência de uma erupção vulcânica.
A cidade é um centro de turismo, onde destacam-se a pesca, os esportes aquáticos e as atrações geotermais, além de esportes radicais, como o Bungy Jumping. A cidade é conhecida como o paraíso da truta.
Nos arredores de Taupo aparecem alguns vulcões, dentre eles o Mount Ruapehu, que é o pico mais alto da Ilha do Norte.
Taupo fica no centro de uma região de forte atividade rural. O maior destaque fica para a criação de ovelhas. A Nova Zelândia é conhecida como o país das ovelhas. São cerca de 40 milhões de animais. Aproximadamente 10 ovelhas para cada habitante do país.
Nesse dia a viagem foi planejada para passarmos o pernoite numa fazenda típica da região. Essa é uma opção comum ao turismo na Nova Zelândia. A princípio ficamos receosos de não ser uma boa programação. Pensamos em desistir e seguir direto para Wellington, mas resolvemos tentar. Foi muito bom termo parado. Uma hospedagem confortável e um bom papo com os kiwi (neozelandeses).
Ficamos hospedados numa pequena fazenda de ovelhas e tivemos a chance de compartilhar um pouco com a rotina do casal que comanda a propriedade. Os neozelandeses de descendência européia, são chamados de kiwis.
À noite, o casal de kiwis que nos hospedou, serviu um belíssimo jantar, com menu de cordeiro. É claro.

