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O Parque Nacional dos Vulcões de Ruanda

04 de agosto de 2015

Saímos do Memorial do Genocídio de Ruanda e fomos até o Mercado de Artesanatos de Kigali. Uma estrutura muito simples. Seria um bom lugar para encontrar lembranças de Ruanda, mas as barracas escuras e acanhadas, dificultaram a garimpagem dos produtos.

O genocídio de Ruanda

O fraco Mercado de Artesanatos de Kigali.

Voltamos para almoçar no Hotel des Milles Colines e depois seguimos viagem em direção ao norte de Ruanda, pela mesma estrada que leva a Uganda. Foram cerca de três horas de viagem, numa estrada boa, mas bastante sinuosa.

Acidente na estrada sinuosa em direção a Uganda.

Ao longo do caminho, pudemos ter uma ideia sobre Ruanda. Um país bastante populoso, com grande densidade demográfica e intensa atividade agrícola. A agricultura familiar intensiva por força de trabalho, predomina em todo o país. Os solos vulcânicos, férteis facilitam as coisas para a agricultura.

A agricultura intensiva familiar ocupa as encostas das montanhas.

Chegamos a Kinigi, um distrito da cidade de Ruhengeri, a maior ao norte de Ruanda e que é o ponto de partida para conhecermos a Montanha dos Gorilas.

A Montanha dos Gorilas.

Seguimos direto para o bom hotel Mountain Gorilla View Lodge. Possui quartos amplos, com lareira, internet wi-fi gratuita e um serviço excelente, para aquela área tão remota.

Os amplos apartamentos do Mountain Gorillas View Lodge

No Mountain Gorilla View Lodge, os quartos ficam espalhados ao longo de uma grande área, perfeitamente integrada ao ambiente ao redor. Ao chegar, fomos recebidos por um grupo de jovens que dançaram e cantaram para festejar a chegada dos novos hóspedes.

Grupo de dançarinos recebendo os visitantes no gramado do hotel.

Nessa região norte de Ruanda, existem vários vulcões interligados. Os cones vulcânicos sequenciados dão nome ao Parque Nacional dos Vulcões, onde vivem os Gorilas das Montanhas.

Um dos vulcões de Ruanda.

A moldura da paisagem montanhosa era enigmática. Tivemos um final de tarde de grandes expectativas. Olhávamos para as montanhas cobertas por uma leve neblina e imaginávamos como iria ser o dia seguinte. Sabíamos que os gorilas estavam lá e subiríamos a montanha ao seu encontro.

O gorila estava à nossa espera.
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