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Começando a conhecer Paris

28 de dezembro de 1991

O fato de estarmos hospedados em casa de amigos fez com que pudéssemos ter experiências do cotidiano de Paris. Comprar baguetes e croissants na delicatessen da esquina como qualquer parisiense faz, foi uma rotina matutina para nós.

A primeira viagem à Europa – 1991/1992

O dia a dia de Paris.

Saímos após o café-da-manhã e seguimos a pé para o Arco do Triunfo, que ficava a apenas duas quadras de onde estávamos hospedados. Subimos até o topo do Arco de onde tivemos uma vista privilegiada de Paris vista do alto.

O Arco do Triunfo.

Em seguida fomos de metrô até a Torre Eiffel. Aí pegamos filas gigantescas, mas fomos até o topo da Torre e valeu muito a pena o tempo que passamos nas filas, pois lá de cima temos as melhores vistas da cidade.

Rio Sena visto do alto da Torre Eiffel

A Torre Eiffel possui 320 metros de altura e foi construída em 1889 para homenagear o centenário da Revolução Francesa.

A Torre Eiffel

Seguimos para o Museu do Louvre. Entramos pelo Cour Carre, o pátio interno do velho Palácio do Louvre, onde fica a Pirâmide de Vidro, que contrasta com o estilo renascentista do prédio. A Pirâmide é a nova entrada do Museu. Foi planejada para ficar abaixo da fachada do edifício e dá acesso aos subterrâneos do prédio. Uma estrutura moderna, ampla e muito bem planejada para possibilitar a entrada dos visitantes ao museu.

A Pirâmide de Vidro.

Iniciando a visitação, passamos pelas fundações da fortaleza de Carlos V, encontrada e restaurada durante os trabalhos para a construção da Pirâmide de Vidro. São vestígios daquele que foi o primeiro palácio do conjunto do Louvre.

Palácio do Louvre.

Visitamos em seguida a área da arte egípcia com destaque para os sarcófagos, a Cripta de Osires e as esfinges de granito. Destacam-se também as inscrições da época. Existem peças que datam de 4.000 a 5.000 anos atrás.

As esfinges do Louvre

Passamos para a ala greco-romana onde destacam-se a Vênus de Milo e a Vitória de Samotrácia.

A Vênus de Milo.

Na área das pinturas, o grande destaque ficou por conta da Monalisa de Leonardo da Vinci. Quando procurávamos os escravos de Michelangelo o Museu fechou e tivemos que sair.

A Monalisa de Leonardo da Vinci.

Desta vez não saímos para jantar, decidimos voltar para casa e descansar para a maratona do dia seguinte.

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