Chegada a Nova York: Primeiros passos por Manhattan – Parte II
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- joaquimnery
- 21 de abril de 2026
- América Estados Unidos da América Super Destaque
21 de março de 2026
Rockefeller Center: construção e contexto histórico
O Rockefeller Center é um complexo de edifícios construído na década de 1930, no coração de Manhattan, reunindo escritórios, áreas comerciais, espaços culturais e praças públicas organizadas em um mesmo conjunto urbano. Sua construção está diretamente ligada ao período da “Grande Depressão”, iniciada com a crise de 1929. Enquanto muitos projetos foram interrompidos naquele momento, a família Rockefeller decidiu seguir com o empreendimento, o que acabou gerando milhares de empregos em um período de forte retração econômica. O projeto também marcou a consolidação do estilo “art déco” na cidade e ajudou a redefinir essa área de Nova York como um importante centro corporativo e cultural. Até hoje, o complexo mantém essa função, sendo um dos pontos mais ativos e simbólicos de Manhattan. Um “cartão postal” da cidade.

Trump Tower: fachada verde e segurança reforçada
A Trump Tower chama atenção na Quinta Avenida pela fachada envidraçada combinada com áreas verdes distribuídas em diferentes níveis do edifício, com árvores plantadas que suavizam a verticalidade da estrutura. O contraste entre o vidro escuro e a vegetação cria uma identidade visual própria no conjunto urbano da avenida. Outro aspecto que se destaca é o aparato de segurança ao redor do prédio, com presença constante de policiamento e controle de acesso nas áreas internas, reflexo da relevância política recente do edifício. Esse conjunto, arquitetura marcante e segurança reforçada, acaba tornando a Trump Tower um ponto de observação não apenas do ponto de vista urbano, mas também do contexto atual da cidade. É lá que o Presidente Donald Trump mora, quando está em Nova York.

Central Park, o “pulmão” de Nova York
Seguimos andando até o Central Park, que funciona como um contraponto ao restante de Manhattan. Sempre oferece uma fotografia diferente a depender da época do ano. A paisagem muda completamente entre as estações. Essa é uma das características mais marcantes do parque. Cada estação imprime uma fotografia diferente do mesmo lugar, seja pelas cores das árvores, pela presença de neve ou pelo uso mais intenso dos espaços abertos. Mesmo em uma visita breve, é possível perceber essa relação entre natureza e cidade. O Central Park não é apenas um ponto turístico, mas parte da dinâmica cotidiana de Nova York. Funciona como um respiro dentro da cidade, o ritmo muda de forma perceptível, mesmo cercado por alguns dos edifícios mais altos de Manhattan. Caminhos largos, áreas abertas e trechos mais arborizados caracterizam um espaço que é usado intensamente, tanto por moradores quanto por visitantes.

Broadway: Uma noite de teatro em Nova York
Em alguns quarteirões nos entornos da Times Square, a região da Broadway concentra alguns dos teatros mais conhecidos do mundo e faz parte de qualquer roteiro noturno pela cidade. Assistir a um musical na Broadway vai além do espetáculo em si; envolve todo o entorno, o movimento das ruas e a concentração de teatros na região. É uma experiência que ajuda a entender a importância cultural desse distrito para Nova York. À noite, fomos até a região da Broadway para assistir ao espetáculo Moulin Rouge! The Musical.

Moulin Rouge! The Musical
Foi na Broadway que assistimos Moulin Rouge! The Musical, apresentado no Al Hirschfeld Theatre. A montagem é baseada no filme homônimo e combina músicas conhecidas com uma narrativa ambientada na Paris do final do século XIX. O espetáculo se apoia em cenários exuberantes, iluminação dinâmica e um elenco que mantém o ritmo constante ao longo da apresentação. A trilha do musical, mistura canções contemporâneas com a história original, criando uma conexão direta com o público.

Times Square à noite: luz, movimento e excesso visual
Encerramos o dia caminhando pela Times Square, já completamente iluminada. Chegar à Times Square à noite é encontrar a cidade em um dos seus momentos mais intensos. As telas ocupam praticamente todos os ângulos, com anúncios em escala ampliada que transformam o espaço em um ambiente iluminado de forma contínua. Mesmo para quem já conhece, a sensação é sempre de excesso visual e de movimento constante. O fluxo de pessoas é enorme em qualquer horário. Turistas, moradores e trabalhadores circulando entre teatros, lojas e restaurantes. A região concentra parte importante da atividade cultural da cidade, especialmente pela proximidade com a Broadway. A Times Square é um símbolo de Nova York: intensa, iluminada e sempre em movimento. Jantamos no Hard Rock Cafe New York, que é mais um ponto de referência nesse trecho da cidade.

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Joaquim Nery Filho é geógrafo, agente de viagens e empresário do showbusiness. Apaixonado por viagens e fotografia.


